EBD “Vontade: O que Move o Ser Humano” / Lição 9 Adultos

EBD- "Espírito — O âmago da vida humana" / Lição 10 Adultos

CANAL DESCOMPLICANDO A TEOLOGIA

  1. JEOVANE SANTOS.

COMENTADA: LIÇÃO 9 ADULTOS: Vontade: O que Move o Ser Humano “.

A lição aborda a vontade humana como uma faculdade essencial dada por Deus, que, quando guiada pelo Espírito Santo, nos leva a viver de forma plena e alinhada com os propósitos divinos.

Perguntas para Discussão

  1. O que é a vontade humana e por que ela é importante na vida cristã?
    Resposta sugerida: A vontade é a capacidade de desejar, escolher e agir. Quando guiada por Deus, ela se torna uma ferramenta poderosa para cumprir os propósitos divinos.
  2. Como a vontade humana pode ser transformada pela ação do Espírito Santo?
    Resposta sugerida: Através da conversão, o Espírito Santo transforma nossos desejos, nos capacitando a renunciar à vontade carnal e viver segundo a vontade de Deus.

Texto Áureo

“Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne.” (Gálatas 5.16)

Explicação: Este versículo destaca a luta constante entre a carne e o Espírito. Ele nos exorta a viver guiados pelo Espírito Santo, pois somente assim podemos vencer os desejos carnais e viver de forma que agrada a Deus.

Verdade Prática

“Guiada por Deus, a vontade é uma bênção extraordinária, vital para a existência humana.”

Explicação: A vontade humana, quando submetida à direção divina, torna-se um instrumento essencial para realizar os propósitos de Deus e viver uma vida cristã vitoriosa.

Explicação Pentecostal

A teologia pentecostal enfatiza que a vontade humana, embora afetada pelo pecado, pode ser redimida e transformada pelo poder do Espírito Santo. No momento da conversão, o Espírito Santo nos capacita a renunciar à vontade carnal e a seguir a vontade de Deus. Essa transformação é contínua e se fortalece por meio de experiências espirituais, como o batismo no Espírito Santo.

O batismo no Espírito Santo, uma doutrina central no pentecostalismo, não apenas nos dá poder para testemunhar (At 1.8), mas também fortalece nossa vontade para resistir ao pecado e buscar a santidade. A luta entre carne e Espírito é uma realidade para todos os cristãos, mas o Espírito Santo nos equipa para vencer essa batalha diária.

Além disso, o pentecostalismo ensina que a submissão à vontade de Deus é essencial para experimentar uma vida plena no Espírito. Isso inclui uma entrega total dos nossos desejos, planos e decisões, permitindo que o Espírito Santo nos guie em todas as áreas da vida.

Como resultado, a vontade humana, agora redimida, se torna uma força poderosa para glorificar a Deus e cumprir sua missão no mundo.

Aplicação Prática

  • Reconheça que sua vontade precisa ser submetida à direção de Deus para que você viva de forma plena e alinhada com os propósitos divinos.
  • Busque diariamente a orientação do Espírito Santo para tomar decisões sábias e evitar os desejos carnais.
  • Cultive uma vida de oração e leitura da Palavra para fortalecer sua vontade contra as tentações.

Versículos Sugeridos

  • Romanos 8.5-6: “Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito.”
  • Filipenses 2.13: “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.”
  • Tiago 4.15: “Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo.”

INTRODUÇÃO Nas lições anteriores estudamos sobre duas das principais faculdades da alma: o intelecto e a sensibilidade. Vimos a relação entre o que pensamos e sentimos e como pensamentos e sentimentos podem influenciar a vontade e as decisões.

Pensar, sentir, desejar e agir costumam compor um mesmo fenômeno na experiência humana. É fundamental compreender como isso funciona à luz da Palavra de Deus. Nesta lição estudaremos mais especificamente a respeito da vontade.

 I – Vontade: Motivação e Ação

  1. Conceito de Vontade

Texto da Lição:
A vontade, ou volição, é a capacidade humana de desejar, querer, almejar, escolher e agir. Ela pode ser entendida como a força motivadora por trás de nossas ações. Mesmo quando realizamos algo que não era originalmente nossa vontade, mas de outro, ainda assim há uma adesão voluntária.

A conversão é um exemplo claro de mudança na vontade humana, onde, por meio do arrependimento, renunciamos nossa própria vontade para fazer a vontade de Cristo.

Explicação Pentecostal

No pentecostalismo, a vontade humana é vista como uma faculdade essencial que, embora afetada pelo pecado, pode ser redimida pela graça de Deus. A conversão é um ato de livre-arbítrio, mas é também impulsionada pela ação do Espírito Santo, que convence o ser humano do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8).

A transformação da vontade ocorre quando o cristão, movido pela graça, decide renunciar à sua própria vontade para seguir a de Cristo (Mt 16.24).

Essa renúncia não é apenas um ato inicial, mas um processo contínuo de submissão ao Senhor. O Espírito Santo capacita o cristão a viver em obediência, ajudando-o a vencer os desejos carnais e a alinhar sua vontade com os propósitos divinos.

Além disso, o livre-arbítrio, uma doutrina fundamental no pentecostalismo, destaca que cada pessoa tem a capacidade de escolher entre o bem e o mal. Essa escolha é fortalecida pela ação do Espírito Santo, que nos guia em direção à vontade de Deus e nos dá força para resistir às tentações.

Aplicação Prática

  • Reflita sobre as áreas da sua vida onde você precisa alinhar sua vontade com a de Deus.
  • Pratique a renúncia diária de desejos que não glorificam a Deus, pedindo ao Espírito Santo que fortaleça sua vontade.
  • Lembre-se de que a conversão é uma mudança de direção, onde você escolhe seguir a vontade de Cristo em vez da sua própria.

Versículos Sugeridos

  • Salmos 40.8: “Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração.”
  • Lucas 22.42: “Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia, não se faça a minha vontade, mas a tua.”
  • Atos 3.19: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados.”

Perguntas para Discussão

  1. O que significa renunciar à própria vontade para seguir a de Cristo?
    Resposta sugerida: Significa abrir mão dos próprios desejos e planos para viver de acordo com os propósitos de Deus, confiando que Sua vontade é sempre melhor.
  2. Como o livre-arbítrio funciona na vida cristã?
    Resposta sugerida: O livre-arbítrio nos permite escolher entre obedecer a Deus ou seguir nossos próprios desejos. O Espírito Santo nos ajuda a fazer escolhas que glorificam a Deus.

Definição de Termos

  • Volição: Capacidade de desejar, escolher e agir.
  • Livre-arbítrio: Liberdade dada por Deus ao ser humano para tomar decisões, mesmo diante do pecado.

Metodologia Sugerida

  • Dinâmica: Peça aos alunos que escrevam em um papel algo que têm dificuldade de entregar à vontade de Deus. Depois, ore com o grupo pedindo ao Espírito Santo que os ajude a submeter essas áreas à direção divina.

Resumo Geral

A vontade humana é uma força poderosa que, quando guiada por Deus, pode levar a grandes realizações. A conversão é um exemplo de como a vontade pode ser transformada pela graça divina, levando-nos a renunciar nossos próprios desejos para seguir a vontade de Cristo.

  1. Do Pensamento à Ação

Texto da Lição:
O processo que leva do pensamento à ação envolve várias etapas: pensamento, sentimento, desejo e, finalmente, ação.

Um pensamento pode ser apenas uma ideia sem emoção ou desejo, mas, quando associado a um sentimento, pode gerar um desejo que nos motiva a agir. Um exemplo bíblico é o relato de Eva no Éden, que, ao ser enganada pela serpente, passou por esse processo até tomar do fruto e comer.

Explicação Pentecostal

O pentecostalismo ensina que o Espírito Santo atua na mente e no coração do cristão para interromper esse processo quando ele está sendo conduzido pelo pecado. A tentação, como no caso de Eva, começa com um pensamento que é alimentado até se transformar em desejo e, finalmente, em ação.

Por isso, é essencial que o cristão esteja em constante vigilância e oração, permitindo que o Espírito Santo governe seus pensamentos e emoções. A renovação da mente, mencionada em Romanos 12.2, é um processo contínuo que nos ajuda a discernir a vontade de Deus e a evitar cair em tentações.

Além disso, o pentecostalismo enfatiza a importância de resistir às mentiras do inimigo com a Palavra de Deus, como Jesus fez no deserto (Mt 4.1-11). O Espírito Santo nos capacita a identificar pensamentos que não vêm de Deus e a rejeitá-los antes que se transformem em ações pecaminosas.

Aplicação Prática

  • Esteja atento aos seus pensamentos e sentimentos, analisando se eles estão alinhados com a Palavra de Deus.
  • Pratique a renovação da mente por meio da leitura bíblica e da oração diária.
  • Busque a ajuda do Espírito Santo para resistir às tentações e evitar que maus pensamentos se transformem em ações.

Versículos Sugeridos

  • Gênesis 3.6: “E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu.”
  • Romanos 12.2: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento.”
  • 2 Coríntios 10.5: “Levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo.”

Perguntas para Discussão

  1. Como podemos evitar que maus pensamentos se transformem em ações pecaminosas?
    Resposta sugerida: Por meio da vigilância, oração e renovação da mente com a Palavra de Deus.
  2. Qual é o papel do Espírito Santo no controle de nossos pensamentos e desejos?
    Resposta sugerida: Ele nos ajuda a discernir entre o que é de Deus e o que é da carne, fortalecendo-nos para resistir às tentações.

Metodologia Sugerida

  • Dinâmica: Divida a classe em grupos e peça que leiam Gênesis 3.1-6. Depois, discutam como Eva poderia ter resistido à tentação e como podemos aplicar essas lições em nossas vidas.

Resumo Geral

O processo que leva do pensamento à ação pode ser positivo ou negativo, dependendo de como é guiado. O Espírito Santo nos ajuda a discernir e interromper pensamentos que podem levar ao pecado, fortalecendo-nos para viver de acordo com a vontade de Deus.

  1. Fraqueza de Vontade

Texto da Lição

Adão pecou não por ignorância ou engano, mas por fraqueza de vontade. Ele tinha pleno entendimento da proibição divina e de suas consequências, mas escolheu aderir à vontade de Eva, desobedecendo a Deus (Gn 3.6; Rm 5.12).

Essa fraqueza de vontade é algo que todos enfrentamos, pois muitas vezes o desejo fala mais alto que a razão. A busca pelo prazer, característica da cultura hedonista, leva muitos a vícios e compulsões, mesmo sabendo dos efeitos destrutivos. Contudo, Jesus é o único que pode libertar o ser humano de prisões espirituais (Jo 8.36; Rm 1.16).

Explicação Pentecostal

A fraqueza de vontade é um reflexo da natureza pecaminosa do ser humano, que foi herdada de Adão (Rm 5.12). No pentecostalismo, acredita-se que essa fraqueza pode ser superada pela ação do Espírito Santo, que fortalece o cristão para resistir ao pecado e viver em obediência a Deus.

Adão tinha o livre-arbítrio para escolher entre obedecer ou desobedecer a Deus. Sua decisão de pecar, mesmo consciente das consequências, revela a luta interna entre a vontade de obedecer a Deus e os desejos humanos. Essa luta continua presente na vida de todos os cristãos, mas o Espírito Santo nos capacita a vencer.

O pentecostalismo também enfatiza que Jesus não apenas nos liberta do poder do pecado, mas também nos dá força para resistir às tentações diárias. João 8.36 declara: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” Essa liberdade não é apenas espiritual, mas também emocional e mental, permitindo que o cristão tome decisões alinhadas com a vontade de Deus.

Além disso, o batismo no Espírito Santo é visto como uma experiência que fortalece a vontade humana, capacitando o cristão a viver uma vida de santidade e a resistir às pressões da cultura hedonista. A submissão diária ao Espírito Santo é essencial para vencer a fraqueza de vontade e viver em vitória.

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Aplicação Prática

  • Reconheça as áreas da sua vida onde a fraqueza de vontade tem levado a decisões erradas.
  • Busque a ajuda de Jesus para ser liberto de vícios e compulsões que escravizam.
  • Dependa do Espírito Santo para fortalecer sua vontade e resistir às tentações.
  • Pratique a disciplina espiritual, como oração e jejum, para fortalecer sua vontade contra os desejos carnais.

Versículos Sugeridos

  • Gênesis 3.6: “E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.”
  • João 8.36: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.”
  • Romanos 1.16: “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê.”
  • Romanos 5.12: “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.”

Perguntas para Discussão

  1. Por que Adão escolheu desobedecer a Deus mesmo sabendo das consequências?
    Resposta sugerida: Ele decidiu seguir a vontade de Eva e cedeu à fraqueza de sua própria vontade, colocando o desejo acima da obediência.
  2. Como podemos vencer a fraqueza de vontade em nossa vida cristã?
    Resposta sugerida: Por meio da dependência do Espírito Santo, da oração e da renovação da mente com a Palavra de Deus.
  3. Quais são os perigos da busca pelo prazer pelo prazer?
    Resposta sugerida: Ela pode levar a vícios, compulsões e decisões que afastam o cristão de Deus, trazendo consequências destrutivas para a vida espiritual, emocional e física.

Definição de Termos

  • Hedonismo: Filosofia que busca o prazer como o principal objetivo da vida.
  • Fraqueza de vontade: Incapacidade de resistir a desejos ou tentações, mesmo sabendo das consequências negativas.

Metodologia Sugerida

  • Dinâmica: Peça aos alunos que compartilhem (de forma anônima, se preferirem) situações em que enfrentaram fraqueza de vontade. Depois, ore com a classe pedindo força ao Espírito Santo para vencer essas áreas.
  • Exercício Prático: Proponha que cada aluno escolha um versículo bíblico para memorizar e usar como arma contra tentações específicas.

Resumo Geral

A fraqueza de vontade é uma realidade que todos enfrentamos, mas Jesus nos oferece libertação e força para resistir ao pecado. Assim como Adão cedeu à vontade de Eva, muitas vezes cedemos aos desejos carnais, mesmo conscientes das consequências. Contudo, o Espírito Santo nos capacita a vencer essas fraquezas e a viver em obediência a Deus.

 II – Desejos: Da Escravidão à Redenção

  1. A Experiência do Deserto

Texto da Lição:
Durante a peregrinação no deserto, o povo de Israel tornou-se escravo de seus desejos. Apesar das maravilhas realizadas por Deus, eles se lembravam com saudade das comidas do Egito e se deixavam dominar pela cobiça (Nm 11.5,6).

Esse culto aos desejos trouxe consequências terríveis, como perecimento e morte (Sl 78.29-33; Nm 11.33-34). Paulo nos adverte que essas histórias foram registradas como lições para nós, para que não nos deixemos levar por nossos próprios desejos (1 Co 10.1-13).

Explicação Pentecostal

No pentecostalismo, a experiência do deserto é frequentemente usada como uma metáfora para o processo de santificação e dependência de Deus.

O povo de Israel, mesmo tendo sido libertado da escravidão no Egito, continuava espiritualmente preso aos desejos carnais. Isso reflete a luta que muitos cristãos enfrentam: mesmo após a conversão, ainda há uma batalha contra os desejos da carne.

A teologia pentecostal enfatiza que o Espírito Santo é essencial para vencer essa luta. Assim como Deus sustentou Israel com o maná no deserto, Ele também nos sustenta espiritualmente por meio da Palavra e da comunhão com o Espírito Santo. No entanto, quando o cristão cede à cobiça e aos desejos carnais, ele experimenta um “definhamento da alma”, como mencionado em Salmos 106.14,15.

Além disso, o pentecostalismo ensina que a ingratidão e a falta de confiança em Deus podem levar o cristão a buscar satisfação em coisas que não glorificam a Deus. Por isso, a vigilância e a oração são fundamentais para evitar cair na escravidão dos desejos. O Espírito Santo nos ajuda a manter o foco em Deus e a resistir à tentação de voltar aos “prazeres do Egito”, que representam a vida de pecado.

Aplicação Prática

  • Reflita sobre áreas da sua vida onde você tem permitido que desejos carnais dominem suas decisões.
  • Cultive um coração grato, reconhecendo as bênçãos de Deus e confiando em Sua provisão.
  • Busque a direção do Espírito Santo para vencer a cobiça e viver em obediência a Deus.

Versículos Sugeridos

  • Salmos 106.14,15: “Deixaram-se levar da cobiça, no deserto, e tentaram a Deus na solidão. E ele satisfez-lhes o desejo, mas fez definhar a alma.”
  • Números 11.5,6: “Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça, e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos. Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.”
  • 1 Coríntios 10.11: “Ora, tudo isso lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos.”

Perguntas para Discussão

  1. Por que o povo de Israel, mesmo liberto da escravidão, continuava desejando as coisas do Egito?
    Resposta sugerida: Porque ainda estavam presos emocional e espiritualmente aos prazeres carnais, demonstrando ingratidão e falta de confiança em Deus.
  2. Como podemos evitar cair na escravidão dos desejos carnais?
    Resposta sugerida: Por meio da oração, da gratidão a Deus e da dependência do Espírito Santo para resistir à cobiça.

Definição de Termos

  • Cobiça: Desejo intenso e descontrolado por algo, muitas vezes relacionado a coisas materiais ou prazeres carnais.
  • Definhamento da alma: Perda de vigor espiritual causada pela busca de desejos carnais em vez de confiar em Deus.

Metodologia Sugerida

  • Dinâmica: Peça aos alunos que escrevam algo que têm desejado intensamente e que pode estar desviando sua atenção de Deus. Depois, ore com a classe pedindo que Deus os ajude a confiar em Sua provisão.
  • Exercício Prático: Proponha que os alunos listem bênçãos que Deus já lhes concedeu, como forma de cultivar a gratidão e evitar a cobiça.

Resumo Geral

A experiência do deserto nos ensina que a cobiça e os desejos carnais podem escravizar a alma, mesmo após a libertação espiritual. Contudo, Deus nos chama a confiar em Sua provisão e a depender do Espírito Santo para vencer esses desejos e viver em obediência.

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  1. Os Desejos na Era Cristã

Texto da Lição:
Na era cristã, o drama dos desejos continua, mas com uma diferença fundamental: Cristo venceu o pecado e nos dá poder para vencê-lo também (Rm 6.3-6,11-14). No entanto, enquanto estivermos neste corpo mortal, enfrentaremos um conflito espiritual constante. A carne (natureza pecaminosa) tem seus próprios desejos, que se opõem ao Espírito. Cabe ao cristão decidir diariamente entre satisfazer os desejos da carne ou atender à voz do Espírito (Gl 5.17-18).

Explicação Pentecostal

A luta entre carne e Espírito é uma realidade constante na vida cristã. O pentecostalismo ensina que, embora Cristo tenha vencido o pecado na cruz, o cristão ainda precisa decidir diariamente viver segundo o Espírito. Essa batalha é descrita em Gálatas 5.17, onde Paulo explica que a carne e o Espírito estão em oposição.

O Espírito Santo é o agente transformador que nos capacita a vencer os desejos da carne. Ele não apenas nos convence do pecado, mas também nos fortalece para resistir às tentações e viver em santidade. O batismo no Espírito Santo, uma experiência central na teologia pentecostal, é visto como uma capacitação especial para vencer essa batalha espiritual.

Além disso, o pentecostalismo enfatiza a importância de “andar no Espírito” (Gl 5.16). Isso significa viver em constante comunhão com Deus, permitindo que o Espírito Santo guie nossas decisões e desejos. Quando o cristão vive no Espírito, ele experimenta os frutos do Espírito (Gl 5.22-23), que são evidências de uma vida transformada.

Aplicação Prática

  • Reconheça que a luta entre carne e Espírito é uma realidade diária e dependa do Espírito Santo para vencer.
  • Pratique “andar no Espírito” por meio da oração, leitura da Palavra e comunhão com Deus.
  • Submeta seus desejos à vontade de Deus, buscando viver em santidade e obediência.

Versículos Sugeridos

  • Gálatas 5.17: “Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis.”
  • Romanos 6.11-14: “Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor.”
  • Gálatas 5.22-23: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.”

Perguntas para Discussão

  1. Por que a luta entre carne e Espírito é constante na vida cristã?
    Resposta sugerida: Porque, enquanto estivermos neste corpo mortal, ainda enfrentaremos os desejos da natureza pecaminosa, que se opõem à vontade de Deus.
  2. Como o Espírito Santo nos ajuda a vencer os desejos da carne?
    Resposta sugerida: Ele nos fortalece, nos guia e nos capacita a viver em santidade, produzindo os frutos do Espírito em nossa vida.

Metodologia Sugerida

  • Dinâmica: Divida a classe em dois grupos: um representando a carne e outro o Espírito. Peça que cada grupo discuta exemplos práticos de como essas forças se manifestam no dia a dia e como vencê-las.
  • Exercício Prático: Proponha que os alunos escolham um fruto do Espírito para trabalhar durante a semana, pedindo a ajuda do Espírito Santo para desenvolvê-lo.

Resumo Geral

Na era cristã, a luta entre carne e Espírito continua, mas Cristo já nos deu a vitória. Cabe ao cristão decidir diariamente viver segundo o Espírito, permitindo que Ele guie seus desejos e produza frutos que glorifiquem a Deus.

  1. A Decisão do Homem Redimido

Texto da Lição

A salvação realizada por Cristo nos liberta do poder do pecado. O homem redimido, diante dos desejos da carne e da vontade do Espírito, inclina-se “para as coisas do Espírito” (Rm 8.5). Isso é fruto de sua nova natureza, que não se conforma com os desejos do velho homem, mas busca, pelo poder do Espírito, mortificar a carne e viver segundo a vontade de Deus (Rm 8.11-13; Cl 3.5).

Embora os desejos pecaminosos ainda existam, o cristão triunfa sobre eles em Cristo, vivendo e frutificando no Espírito (Gl 5.22-25; 1 Jo 3.6).

Explicação Pentecostal

No pentecostalismo, a decisão do homem redimido é vista como uma resposta contínua à obra da salvação. A salvação não apenas nos livra da condenação do pecado, mas também nos capacita, pelo Espírito Santo, a viver em santidade.

A nova natureza do cristão, mencionada em Efésios 4.24 e 2 Coríntios 5.17, é resultado da regeneração operada pelo Espírito Santo. Essa transformação interior faz com que o cristão deseje as coisas do Espírito, rejeitando os desejos do velho homem. Contudo, essa mudança não elimina completamente os desejos pecaminosos, mas nos dá poder para vencê-los.

O processo de mortificação da carne, descrito em Romanos 8.11-13 e Colossenses 3.5, é uma prática diária que exige dependência do Espírito Santo. O pentecostalismo enfatiza que essa mortificação não é alcançada por esforço humano, mas pelo poder do Espírito que habita em nós.

O batismo no Espírito Santo é visto como uma experiência que fortalece o cristão nessa batalha, capacitando-o a viver uma vida frutífera e cheia do Espírito.

Além disso, o pentecostalismo ensina que viver “andando no Espírito” (Gl 5.16) é essencial para produzir os frutos do Espírito (Gl 5.22-25). Esses frutos são evidências de uma vida transformada e de uma decisão diária de seguir a vontade de Deus.

A comunhão com o Espírito Santo, por meio da oração, leitura da Palavra e adoração, é fundamental para que o cristão permaneça firme em sua decisão de viver segundo a nova natureza.

Aplicação Prática

  • Reflita sobre como você tem respondido aos desejos da carne e à vontade do Espírito.
  • Dedique-se ao processo de mortificação da carne, pedindo ao Espírito Santo que o fortaleça diariamente.
  • Busque viver e frutificar no Espírito, permitindo que Ele guie suas decisões e ações.

Versículos Sugeridos

  • Romanos 8.5: “Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito.”
  • Efésios 4.24: “E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade.”
  • Colossenses 3.5: “Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria.”
  • Gálatas 5.22-25: “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.”

Perguntas para Discussão

  1. O que significa inclinar-se “para as coisas do Espírito”?
    Resposta sugerida: Significa buscar viver de acordo com a vontade de Deus, rejeitando os desejos da carne e permitindo que o Espírito Santo guie nossas decisões.
  2. Como o cristão pode mortificar os desejos da carne?
    Resposta sugerida: Pelo poder do Espírito Santo, por meio da oração, leitura da Palavra e comunhão com Deus, além de uma decisão diária de rejeitar os desejos pecaminosos.
  3. Quais são os frutos do Espírito e como eles se manifestam na vida do cristão?
    Resposta sugerida: Os frutos do Espírito (amor, paz, alegria, etc.) são evidências de uma vida transformada e se manifestam em nossas atitudes, palavras e ações que glorificam a Deus.

Definição de Termos

  • Nova Natureza: Transformação interior operada pelo Espírito Santo no momento da conversão, que nos capacita a viver em santidade.
  • Mortificação da Carne: Processo de rejeitar os desejos pecaminosos e viver segundo a vontade de Deus, pelo poder do Espírito Santo.
  • Frutos do Espírito: Características do caráter cristão que evidenciam a ação do Espírito Santo na vida do crente.

Metodologia Sugerida

  • Dinâmica: Peça aos alunos que escrevam em um papel quais áreas de suas vidas precisam ser mortificadas. Depois, ore com a classe pedindo ao Espírito Santo que os ajude a vencer essas áreas.
  • Exercício Prático: Proponha que os alunos escolham um fruto do Espírito para desenvolver durante a semana, pedindo ao Espírito Santo que os ajude a manifestá-lo em suas ações.

Resumo Geral

A decisão do homem redimido é viver segundo a nova natureza, rejeitando os desejos da carne e inclinando-se para as coisas do Espírito. Esse processo é possível pelo poder do Espírito Santo, que nos capacita a mortificar a carne e a produzir frutos que glorificam a Deus. Viver no Espírito é uma decisão diária que reflete a obra transformadora da salvação em nossas vidas.

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III – O Ensino Sobre os Desejos em Tiago

  1. Atração e Engano

Texto da Lição:
Tiago 1.14,15 aborda o processo de tentação e pecado, destacando que cada pessoa é tentada quando atraída e enganada por seus próprios desejos carnais (concupiscência).

Esses maus desejos têm o poder de afetar a razão, levando a mente a acreditar que o pecado pode trazer benefícios, quando na verdade produz destruição. Nesse processo, a mente é entorpecida, e o desejo, uma vez aguçado, pode levar à prática do pecado.

Explicação Pentecostal

No pentecostalismo, a tentação é entendida como uma batalha espiritual que ocorre no coração e na mente do cristão. Tiago nos ensina que a tentação não vem de Deus, mas é fruto dos desejos carnais que habitam em nós. Esses desejos, quando não controlados, podem nos enganar e nos levar ao pecado.

O Espírito Santo desempenha um papel crucial nesse processo, ajudando o cristão a discernir entre o que é de Deus e o que é da carne. Ele nos capacita a resistir às tentações, fortalecendo nossa vontade e nos guiando à verdade.

A batalha contra a concupiscência é vencida por meio da renovação da mente (Rm 12.2) e da submissão ao Espírito Santo, que nos ajuda a identificar e rejeitar pensamentos e desejos que não glorificam a Deus.

Além disso, o pentecostalismo destaca a importância de estar em constante vigilância e oração. Jesus nos ensinou a orar: “Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal” (Mt 6.13). A oração é uma arma poderosa contra as tentações, pois nos conecta a Deus e fortalece nossa comunhão com o Espírito Santo.

A concupiscência, ou maus desejos, é um dos principais instrumentos que o inimigo usa para afastar o cristão de Deus. No entanto, o pentecostalismo ensina que, pelo poder do Espírito Santo, podemos vencer essas tentações e viver em santidade, glorificando a Deus em nossas decisões e ações.

Aplicação Prática

  • Esteja atento aos seus desejos e pensamentos, analisando se eles estão alinhados com a Palavra de Deus.
  • Peça ao Espírito Santo que o ajude a discernir e rejeitar desejos que podem levar ao pecado.
  • Cultive uma vida de oração e vigilância para evitar ser enganado por maus desejos.

Versículos Sugeridos

  • Tiago 1.14,15: “Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.”
  • Romanos 12.2: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento.”
  • Mateus 6.13: “E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.”

Perguntas para Discussão

  1. Como a concupiscência pode enganar a mente do cristão?
    Resposta sugerida: A concupiscência afeta a razão, fazendo com que a pessoa acredite que o pecado pode trazer benefícios, quando na verdade ele gera destruição.
  2. Qual é o papel do Espírito Santo na luta contra os maus desejos?
    Resposta sugerida: Ele nos ajuda a discernir entre o que é de Deus e o que é da carne, fortalecendo-nos para resistir às tentações e rejeitar os maus desejos.
  3. Por que é importante viver em constante vigilância e oração?
    Resposta sugerida: Para evitar ser enganado pelos maus desejos e para buscar a força de Deus diante das tentações.

Definição de Termos

  • Concupiscência: Maus desejos ou inclinações carnais que levam ao pecado.
  • Engodo: Engano ou armadilha que atrai a pessoa ao pecado.

Metodologia Sugerida

  • Dinâmica: Peça aos alunos que compartilhem exemplos práticos de situações em que maus desejos podem enganar a mente. Depois, ore com a classe pedindo ao Espírito Santo que os ajude a discernir e resistir às tentações.
  • Exercício Prático: Proponha que os alunos anotem um versículo bíblico que os ajude a resistir às tentações e o repitam durante a semana sempre que enfrentarem maus desejos.

Resumo Geral

Tiago nos ensina que a tentação começa com a atração e o engano provocados pelos maus desejos. Esses desejos podem entorpecer a mente e levar ao pecado, mas o Espírito Santo nos capacita a discernir e rejeitar essas tentações. A vigilância e a oração são essenciais para vencer a batalha contra a concupiscência e viver em santidade.

  1. Abortando o Processo

Texto da Lição:
Tiago nos mostra que, além de interromper maus pensamentos, também é necessário abortar os maus desejos. Esses desejos, quando encontram um objeto ou alvo, tornam-se intensos e persistentes, derrubando as barreiras da consciência. Se não forem rejeitados, levam ao pecado, que, consumado, gera a morte (Tg 1.15). Jesus nos ensinou a orar para que sejamos livres da tentação (Mt 6.13) e a viver em constante vigilância e oração (Mt 26.41).

Explicação Pentecostal

Abortar o processo do pecado é uma ação intencional que exige a dependência do Espírito Santo. O pentecostalismo ensina que o pecado não acontece de forma repentina, mas é resultado de um processo que começa com pensamentos e desejos carnais. Por isso, é essencial interromper esse processo antes que ele se concretize.

A oração e a vigilância são armas espirituais fundamentais para abortar o processo do pecado. Jesus nos alertou em Mateus 26.41: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação.” A vigilância envolve estar atento aos pensamentos e desejos que surgem em nosso coração, enquanto a oração nos conecta a Deus e nos fortalece para resistir às tentações.

Além disso, o pentecostalismo enfatiza a importância de encher a mente com a Palavra de Deus. Quando enfrentamos maus desejos, podemos combatê-los com as verdades bíblicas, assim como Jesus fez ao ser tentado no deserto (Mt 4.1-11). A renovação da mente, mencionada em Romanos 12.2, é um processo contínuo que nos ajuda a discernir a vontade de Deus e a rejeitar os desejos carnais.

Aplicação Prática

  • Identifique os desejos que têm influenciado suas decisões e peça ao Espírito Santo que o ajude a rejeitá-los.
  • Pratique a vigilância espiritual, analisando seus pensamentos e ações à luz da Palavra de Deus.
  • Ore diariamente pedindo a Deus que o livre das tentações e fortaleça sua vontade para obedecer a Ele.

Versículos Sugeridos

  • Tiago 1.15: “Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.”
  • Mateus 26.41: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação.”
  • Romanos 12.2: “Transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”

Perguntas para Discussão

  1. Por que é importante abortar os maus desejos antes que eles se tornem ações?
    Resposta sugerida: Porque, se não forem rejeitados, os maus desejos levam ao pecado, que traz consequências destrutivas.
  2. Como a vigilância e a oração ajudam a interromper o processo do pecado?
    Resposta sugerida: A vigilância nos torna atentos às tentações, enquanto a oração nos fortalece espiritualmente para resistir a elas.

Metodologia Sugerida

  • Dinâmica: Divida a classe em grupos e peça que discutam estratégias práticas para abortar maus desejos antes que eles se transformem em ações.
  • Exercício Prático: Proponha que os alunos escolham um momento do dia para orar especificamente pedindo força para vencer os maus desejos.

Resumo Geral

Abortar o processo do pecado é essencial para viver em santidade. Isso exige vigilância, oração e dependência do Espírito Santo, que nos capacita a rejeitar maus desejos antes que eles se tornem ações. A renovação da mente pela Palavra de Deus é uma ferramenta poderosa para vencer essa batalha espiritual.

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Conclusão

Texto da Lição

A vontade humana, quando guiada por Deus, é uma bênção extraordinária que nos move a realizar grandes coisas para a glória de Deus.

Resumo

  • A vontade é uma faculdade essencial que nos permite desejar e agir.
  • A luta entre carne e Espírito é constante, mas Cristo nos dá poder para vencer.
  • Submeter nossa vontade a Deus é essencial para viver uma vida cristã vitoriosa.

Explicação Pentecostal

A teologia pentecostal enfatiza a importância de viver no Espírito, permitindo que Ele guie nossas vontades e desejos. O batismo no Espírito Santo é uma experiência que fortalece nossa comunhão com Deus.

Aplicação Prática

  • Viva em constante vigilância e oração para resistir às tentações.
  • Submeta seus planos e desejos à vontade de Deus diariamente.
  • Busque a direção do Espírito Santo em todas as áreas da sua vida.

Versículos Sugeridos

  • Tiago 4.15: “Se o Senhor quiser, faremos isto ou aquilo.”
  • Filipenses 2.13: Deus opera em nós tanto o querer quanto o efetuar.

Metodologia

  • Encerramento: Finalize com uma oração, pedindo ao Espírito Santo que fortaleça a vontade dos alunos para viverem de acordo com os propósitos de Deus.

 TEXTO EXTRA

A vontade é uma das faculdades mais poderosas do ser humano, pois é ela que direciona nossas escolhas e ações. Na teologia cristã, a vontade é vista como um dom dado por Deus, mas que foi corrompido pelo pecado na queda do homem.

Desde então, a vontade humana luta constantemente entre o desejo de agradar a Deus e a inclinação para o pecado. O apóstolo Paulo descreve esse conflito em Romanos 7.19, quando diz: “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço.”

No entanto, a vontade humana pode ser redimida e alinhada à vontade de Deus por meio do Espírito Santo. Quando entregamos nossa vontade a Deus, permitimos que Ele nos guie e transforme nossos desejos.

Jesus é o maior exemplo disso, pois, no Getsêmani, Ele orou: “Não se faça a minha vontade, mas a tua” (Lc 22.42). Isso nos ensina que, para viver uma vida que glorifica a Deus, precisamos submeter nossa vontade à d’Ele, permitindo que ela seja moldada pela Palavra e pela comunhão com o Espírito Santo.

Em linguagem simples, a vontade é como o volante de um carro: ela direciona para onde vamos. Se entregarmos esse volante a Deus, Ele nos levará pelo caminho certo, mesmo que às vezes pareça difícil.

Mas, se insistirmos em dirigir sozinhos, corremos o risco de nos perder. Por isso, a chave é confiar em Deus e deixar que Ele seja o guia de nossas decisões.

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