Dinâmica para EBD: “Renovação da Esperança”/ Lição 13 Adultos

Dinâmica para EBD: "Renovação da Esperança"/ Lição 13 Adultos

CANAL DESCOMPLICANDO A TEOLOGIA

  1. JEOVANE SANTOS.

DINÂMICA: LIÇÃO 13 ADULTOS: Renovação da Esperança

Esta dinâmica é proposta para a aula da Escola Bíblica Dominical (EBD), especificamente para a lição de número 13 dos adultos, cujo título é “Renovação da Esperança”. Ela busca estimular o pensamento crítico e aprofundar o conhecimento sobre a ressurreição de Jesus Cristo.

  1. Objetivo da Dinâmica:
  • Promover um debate construtivo e aprofundado sobre a ressurreição de Jesus Cristo.
  • Incentivar os participantes a pesquisar, argumentar e defender seus pontos de vista com base em subsídios bíblicos, teológicos e históricos (conforme os materiais disponibilizados).
  • Fortalecer a compreensão da importância da ressurreição para a fé cristã.
  1. Materiais Necessários:
  • Bíblias Sagradas: Essencial para consulta e fundamentação dos argumentos.
  • Revistas da EBD: Para referência à lição e seus subsídios.
  • Anotações e Canetas: Para que os participantes possam organizar seus argumentos.
  • Acesso à Internet (Opcional): Se a dinâmica permitir pesquisa em tempo real.
  • Argumentos Impressos: As listas de argumentos “A Favor” e “Contra” a ressurreição de Cristo (detalhadas abaixo) impressas para distribuição aos grupos.

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III. Passo a Passo para a Realização da Dinâmica:

  1. Contextualização Inicial:
    • Introduza a lição de número 13 (“Renovação da Esperança”) e seu foco na ressurreição de Cristo.
    • Explique que a dinâmica será um debate para explorar diferentes perspectivas e aprofundar a compreensão do tema.
  2. Divisão da Turma:

* Divida os participantes em dois grupos principais:

* Grupo A: Responsável por argumentar CONTRA a ressurreição de Cristo.

Grupo B: Responsável por argumentar A FAVOR (defender) a ressurreição de Cristo.

  1. Orientação e Preparação dos Grupos:
    • Entregue a cada grupo a lista correspondente de argumentos (A favor para o Grupo B e Contra para o Grupo A).
    • Tempo de Preparação: Conceda um tempo (ex: 15-20 minutos) para que cada grupo discuta os argumentos fornecidos, pesquise na Bíblia e na revista da EBD, e organize suas estratégias de defesa/refutação.
      • Dica: A dinâmica pode ser ministrada no final da aula, permitindo que os alunos usem o conhecimento recém-adquirido. Se preferir, você pode levar alguns argumentos prontos, mas incentive a pesquisa.
  2. Condução do Debate:
    • Determine um tempo para o debate (ex: 5 a 10 minutos).
    • Inicie o debate pedindo para o Grupo A apresentar um de seus argumentos contra a ressurreição.
    • Em seguida, o Grupo B deve responder e refutar esse argumento, apresentando um de seus argumentos a favor.
    • Continue a rodada, alternando a palavra entre os grupos, permitindo que eles contra-argumento e exponham seus pontos de vista.
    • Seja o mediador: Garanta que o debate seja respeitoso, organizado e focado nos argumentos.
  3. Encerramento e Conclusão:
    • Ao final do tempo estipulado para o debate, faça um breve resumo dos pontos levantados.
    • Reforce a verdade bíblica da ressurreição de Cristo e sua importância central para a fé.
    • Abra para perguntas finais e esclarecimentos, se houver.
    • Pergunta para o público: O Pastor Geovani sugere perguntar qual argumento foi mais forte (a favor ou contra) para a turma, fomentando a reflexão individual.
  1. Argumentos Detalhados para os Grupos:

Para o Grupo A (Argumentar CONTRA a Ressurreição de Cristo):

  1. Interpretação Mitológica: Críticos argumentam que os relatos da ressurreição podem ser interpretados como mitos ou metáforas, em vez de eventos históricos reais.
  2. Evolução das Narrativas: Algumas interpretações sugerem que as narrativas da ressurreição podem ter evoluído ao longo do tempo, sendo moldadas para atender às necessidades teológicas das comunidades cristãs, não refletindo um evento literal.
  3. Natureza Sobrenatural: Críticos argumentam que a ressurreição é uma afirmação sobrenatural que carece de evidências científicas ou lógicas verificáveis. Para muitos, é algo impossível de acontecer.
  4. Contradições nos Relatos: Existem diferenças nos relatos dos Evangelhos sobre os eventos relacionados à ressurreição (ex: quantas pessoas viram? Quem viu primeiro?), o que levanta dúvidas sobre a precisão histórica e a veracidade única do acontecimento.
  5. Explicações Alternativas: Algumas teorias sugerem explicações alternativas, como equívoco no sepultamento (mulheres erraram o túmulo), visões causadas pelo luto (alucinações dos discípulos), ou a possibilidade de roubo do corpo (por quem? Para onde foi?).
  6. Silêncio Histórico: Alguns argumentam que, além dos textos bíblicos, não há registro histórico contemporâneo secular que corrobore a ressurreição de Jesus.

Para o Grupo B (Argumentar A FAVOR da Ressurreição de Cristo):

  1. Testemunho Bíblico: Os relatos dos Evangelhos, escritos por testemunhas oculares ou pessoas próximas aos eventos (como os discípulos), afirmam a ressurreição de Jesus, sendo fontes autênticas e verdadeiras.
  2. Transformação dos Discípulos: Após a morte de Jesus, seus discípulos passaram de um estado de medo e desespero para corajosos pregadores do Evangelho. Essa ousadia e transformação são interpretadas como resultado direto da experiência da ressurreição de Cristo.
  3. O Túmulo Vazio: O túmulo vazio é um argumento central. Se o corpo de Jesus foi colocado ali e selado com uma grande pedra, quem o tirou? A ausência do corpo sugere um evento extraordinário e divino: a ressurreição.
  4. Cumprimento das Profecias: A ressurreição de Cristo cumpre profecias específicas do Antigo Testamento, fortalecendo a visão de que foi um evento divinamente planejado e parte do plano de Deus para a salvação.
  5. Aparições Pós Ressurreição: Muitos relatos bíblicos descrevem aparições de Jesus a várias pessoas (a Maria Madalena, aos discípulos, a mais de 500 irmãos de uma vez) após sua morte e ressurreição, fornecendo uma base sólida para a crença na ressurreição.
  6. A Mudança no Dia de Descanso: A mudança do sábado (dia de descanso judeu) para o domingo como dia sagrado de culto entre os cristãos é considerada um reflexo da importância da ressurreição de Cristo, que ocorreu no primeiro dia da semana.

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Pr. Jeovane Santos, do canal @Descomplicando a Teologia no YouTube. Neste blog, você encontrará recursos valiosos para a Escola Bíblica Dominical (EBD), incluindo subsídios e dinâmicas para todas as revistas da CPAD. Além disso, oferecemos conteúdo de excelência sobre escatologia, apresentado de forma clara e acessível. Nosso objetivo é facilitar o entendimento e o ensino da Palavra de Deus, enriquecendo sua experiência de aprendizado. Explore e aproveite ao máximo.


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