Lição 8 Adultos: “Uma Igreja Que Enfrenta os Seu Problemas” / EBD 3 Trimestre 2025

Lição 13 Adultos: "Assembleia de Jerusalém" / EBD 3 Trimestre 2025

CANAL DESCOMPLICANDO A TEOLOGIA

  1. JEOVANE SANTOS.

DESCOMPLICADA: LIÇÃO 08 ADULTOS: Uma Igreja Que Enfrenta os Seu Problemas“.

  1. Introdução

Da Lição:
Nesta lição, exploraremos a diaconia bíblica, um ministério essencial de serviço na igreja, que nos ensina sobre o serviço ao próximo. A Bíblia nos mostra que a Igreja, mesmo em seus primórdios, enfrentava desafios, mas a busca por soluções em Deus era fundamental.

A criação do ministério dos diáconos não foi para estabelecer uma hierarquia, mas para organizar o serviço social na Igreja, mostrando que todos os líderes são chamados a servir. O que realmente importa no Reino de Deus é a disposição em servir, independentemente do cargo ou tarefa, pois o serviço é a essência do trabalho na igreja.

Explicação do Pastor:
A introdução desta lição nos leva a refletir sobre a essência do serviço cristão. Desde os primeiros dias da igreja, vemos que os desafios não eram apenas externos, como perseguições, mas também internos, como conflitos e desentendimentos. Isso nos ensina que a igreja, sendo composta por pessoas, sempre enfrentará dificuldades.

No entanto, o que diferencia a igreja de qualquer outra organização é a sua busca por soluções em Deus.

O ministério dos diáconos, instituído em Atos 6, não foi criado para estabelecer uma hierarquia ou para diminuir a importância de outros ministérios. Pelo contrário, ele nasceu da necessidade de organizar o serviço social, garantindo que ninguém fosse negligenciado.

Isso nos mostra que o Reino de Deus valoriza a disposição em servir, independentemente do cargo ou posição. Servir não é uma tarefa menor, mas um reflexo do caráter de Cristo, que veio “não para ser servido, mas para servir” (Mt 20.28).

Além disso, essa lição nos desafia a olhar para a igreja como um organismo vivo e uma organização funcional. O equilíbrio entre o espiritual e o social é essencial para que a igreja cumpra sua missão integral.

Não podemos nos limitar a cuidar apenas da alma, ignorando as necessidades do corpo. O serviço cristão é completo, abrangendo tanto a pregação da Palavra quanto a assistência aos necessitados. Isso é o que glorifica a Deus e fortalece a igreja como um todo.

 I – A IDENTIFICAÇÃO DOS CONFLITOS

  1. Conflito de natureza cultural

Da Lição:
Lucas cita um conflito entre os “gregos” e “hebreus” (At 6.1a). A referência neste texto aos “gregos” está relacionada aos judeus helenistas, isto é, que haviam emigrado para outros países e que, por conta disso, falavam somente a língua grega. Por outro lado, o termo “hebreus” era uma referência aos judeus de Jerusalém que se comunicavam principalmente em hebraico (aramaico).

Havia, portanto, uma barreira de natureza cultural por conta da língua. Essa barreira cultural trouxe um conflito de relacionamento entre os crentes da primeira igreja. Isso fez com que os apóstolos, logo após tomarem conhecimento do problema, buscassem uma solução.

Eles não podiam deixar a igreja de Jerusalém se desintegrar por conta de barreira de natureza cultural. A unidade da igreja não pode ser ameaçada por conflito de qualquer natureza.

Explicação do Pastor:
Os conflitos de natureza cultural são uma realidade em qualquer ambiente onde há diversidade. Na igreja primitiva, a diferença de idioma e costumes entre os judeus helenistas (gregos) e os judeus de Jerusalém (hebreus) gerou uma divisão que ameaçava a unidade do corpo de Cristo. Isso nos ensina que, mesmo dentro da igreja, precisamos estar atentos às barreiras culturais que podem surgir e causar desentendimentos.

A solução dos apóstolos foi buscar a sabedoria de Deus para lidar com o problema, mostrando que a unidade da igreja é mais importante do que as diferenças culturais. Eles não ignoraram o conflito, mas enfrentaram a questão de forma prática e espiritual.

Isso nos desafia a sermos agentes de reconciliação em nossas igrejas, promovendo a inclusão e a comunhão, independentemente das diferenças de origem, idioma ou costumes.

  1. Conflito de natureza social

Da Lição:
Lucas explica que em razão daquela diferença cultural, “as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano” (At 6.1b). Aqui fica evidente a natureza social do problema – as viúvas de fala grega estavam sendo negligenciadas na distribuição diária. O conflito se instalou e precisava de solução.

Fica em evidência que a igreja não é só um organismo, ela também é uma organização. Ela tem sua esfera espiritual, mas também social. Era, portanto, essa parte social que estava em desequilíbrio e precisava de cuidados.

Explicação do Pastor:
O texto nos mostra que a negligência às viúvas gregas não era apenas uma questão cultural, mas também social. A igreja, além de ser um organismo vivo, é uma organização que precisa funcionar de forma equilibrada. Quando uma parte da comunidade é negligenciada, isso gera descontentamento e divisão.

Nesse caso, as viúvas gregas estavam sendo deixadas de lado na distribuição diária, o que evidenciava um problema na administração do serviço social da igreja.

Esse episódio nos ensina que a igreja não pode ignorar as necessidades sociais. A fé deve ser acompanhada de ações práticas. Quando cuidamos dos mais vulneráveis, estamos cumprindo o mandamento de amar ao próximo como a nós mesmos. Além disso, a igreja deve ser um exemplo de justiça e igualdade, garantindo que todos sejam tratados com dignidade e respeito.

  1. Qual é a prioridade?

Da Lição:
É muito comum a ideia de que o cristão deve cuidar apenas da esfera espiritual e negligenciar a social. Cria-se dessa forma um entendimento nada bíblico de que a primeira deve ser privilegiada e a segunda, negligenciada.

Assim, por exemplo, um evento musical recebe grande atenção porquanto mexe com as emoções, enquanto um trabalho social numa igreja local carente conta com poucas adesões.

Negligenciar os mais necessitados é um dos pecados denunciados tanto no Antigo Testamento (Is 58.6) quanto no Novo Testamento (Mt 25.35-38). Não podemos ignorar a situação social dos menos favorecidos e pensar que, dessa forma, estamos adorando a Deus em espírito e em verdade.

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Explicação do Pastor:
A lição nos confronta com uma realidade que ainda é muito presente em nossas igrejas: a tendência de priorizar atividades que mexem com as emoções, como eventos e celebrações, enquanto os trabalhos sociais, que exigem dedicação prática, recebem pouca atenção. No entanto, a Bíblia é clara ao mostrar que a verdadeira adoração a Deus inclui cuidar dos necessitados.

Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, vemos que Deus se importa profundamente com os pobres, órfãos, viúvas e estrangeiros. Ignorar essas pessoas é ignorar o próprio coração de Deus.

A igreja não pode ser apenas um lugar de celebração espiritual; ela também deve ser um local de acolhimento e cuidado. O equilíbrio entre a esfera espiritual e social é o que torna a igreja relevante e eficaz em sua missão.

 II – A DELEGAÇÃO DE TAREFAS

  1. O ministério da oração e da Palavra

Da Lição:
Diante do conflito, os apóstolos perceberam que a parte da comunidade que estava sendo negligenciada precisava de cuidados. Contudo, eles também perceberam que não poderiam resolver um problema criando outro. Cuidar dos mais necessitados era uma missão urgente da igreja, mas os ministérios da oração e pregação da Palavra de Deus também o eram (At 6.4).

Tanto a parte social como a devocional e evangelística fazem parte de uma única missão da Igreja. Poderíamos dizer que são os dois lados de uma mesma moeda. Cuidar dos necessitados é importante, igualmente importante é a oração e a evangelização.

Explicação do Pastor:
Os apóstolos demonstraram sabedoria ao perceber que não poderiam abandonar o ministério da oração e da Palavra para resolver os problemas sociais. Eles entenderam que, embora cuidar dos necessitados fosse urgente, isso não poderia ser feito à custa de negligenciar a pregação e a intercessão. Esse equilíbrio é essencial para que a igreja cumpra sua missão de forma integral.

A oração e a pregação são o alicerce espiritual da igreja. Sem elas, a igreja perde sua conexão com Deus e sua capacidade de transformar vidas. No entanto, isso não significa que o cuidado social seja menos importante. Pelo contrário, ele é uma expressão prática do evangelho.

Quando a igreja ora e prega, mas não age, ela se torna apenas um lugar de palavras vazias. Por outro lado, quando age sem oração e Palavra, ela perde sua essência espiritual e se torna apenas uma organização filantrópica.

  1. Não há conflito entre tarefas

Da Lição:
Não podemos ler Atos 6 como se o ministério da oração e da pregação estivessem em oposição com o ministério de serviço social. Não há essa contradição, onde um é considerado mais espiritual e o outro menos. Tudo faz parte de uma única missão da Igreja. Assim, se a igreja ora e prega, mas não cuida dos necessitados, ela falha em sua missão. Da mesma forma, se a igreja se torna apenas um centro social, negligenciando a oração e a pregação, ela perde a sua essência, deixa de ser Igreja de Cristo e, por isso, também falha em sua missão.

Explicação do Pastor:
Muitas vezes, dentro da igreja, criamos uma falsa dicotomia entre o espiritual e o social, como se um fosse mais importante que o outro. No entanto, a lição nos ensina que ambos são complementares e indispensáveis. Não há conflito entre pregar a Palavra e cuidar dos necessitados, pois ambos fazem parte da mesma missão.

A igreja que ora e prega sem agir perde sua relevância no mundo. Por outro lado, a igreja que age sem oração e pregação perde sua identidade como corpo de Cristo. O equilíbrio entre essas tarefas é o que torna a igreja eficaz em sua missão. Os apóstolos entenderam isso e, por isso, delegaram o cuidado social a pessoas capacitadas, enquanto permaneciam dedicados à oração e à Palavra.

  1. A Diaconia

Da Lição:
O parecer dos apóstolos foi que eles constituíssem pessoas habilitadas sobre o que eles denominaram “este importante negócio” (At 6.3). É, portanto, uma referência ao “serviço” ou “diaconia”, identificado no versículo 3 como “servir” as mesas (At 6.3). A palavra “diaconia” tem a ver mais com a função do que com a forma.

Assim, em Atos 6 o que está mais em destaque é a função exercida pelos sete diáconos do que o cargo ou ofício ocupado por eles. O contexto favorece esse entendimento.

Contudo, essa narrativa bíblica fundamenta a instituição do diaconato cristão. Outrossim, devemos enfatizar aqui que a diaconia era vista pelos apóstolos como um “importante” negócio, ou seja, algo necessário à igreja.

Esse entendimento apostólico contradiz o que muitos pensam atualmente a respeito do serviço da diaconia. Infelizmente, há os que enxergam um diácono como um obreiro de classe inferior. Mas no contexto bíblico, a diaconia é um serviço especial onde somente pessoas especiais, isto é, com as qualificações bíblicas exigidas, podem trabalhar.

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Explicação do Pastor:
O termo “diaconia” nos remete ao serviço, e não apenas a um cargo ou título. Os apóstolos reconheceram que o cuidado social era um “importante negócio” na igreja, e por isso escolheram pessoas qualificadas para essa função. Isso nos ensina que o serviço na igreja não é algo secundário ou inferior, mas uma tarefa de grande valor e responsabilidade.

Infelizmente, em muitas igrejas, o papel do diácono é visto como algo menor, quando, na verdade, é um ministério essencial. A diaconia exige caráter, sabedoria e dependência do Espírito Santo, pois lida diretamente com as necessidades das pessoas.

Além disso, ela reflete o coração de Cristo, que veio para servir e não para ser servido. Portanto, aqueles que exercem a diaconia devem ser valorizados e reconhecidos como parte fundamental do corpo de Cristo.

 III – SEGUINDO OS PRINCÍPIOS CRISTÃOS

  1. Privilegiando o caráter

Da Lição:
Nas exigências das qualificações exigidas para o exercício do diaconato, o caráter ganha ênfase: “Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete varões de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio” (At 6.3). Aqueles que iriam “cuidar das mesas” deveriam ser pessoas de “boa reputação”.

A palavra “boa reputação” traduz o termo grego martyreo, que significa “testemunha” ou “mártir”, quer dizer uma pessoa autêntica, honesta, correta e que não negocia valores para exercer a função da diaconia.

Às vezes pensamos que essas exigências eram apenas para os dias bíblicos, o que evidentemente é um equívoco. Se para aqueles que se dedicariam apenas em “servir as mesas”, isto é, os diáconos, era exigido “boa reputação”, então o que dizer dos pastores que cuidam de todo o rebanho?

Explicação do Pastor:
O caráter é o fundamento de qualquer ministério. Quando os apóstolos determinaram que os diáconos deveriam ser homens de “boa reputação”, eles estavam destacando a importância de um testemunho íntegro e irrepreensível. A palavra martyreo nos lembra que o caráter de um cristão deve ser uma verdadeira “testemunha” de Cristo, refletindo honestidade, autenticidade e compromisso com os valores do Reino de Deus.

Infelizmente, em nossos dias, muitas vezes priorizamos habilidades e talentos acima do caráter. No entanto, a Bíblia nos ensina que Deus se importa mais com quem somos do que com o que fazemos. Se para os diáconos, que cuidariam das necessidades sociais, era exigido um caráter exemplar, quanto mais para aqueles que lideram e cuidam do rebanho de Deus!

O caráter é a base sobre a qual o ministério é construído, e sem ele, qualquer trabalho, por mais eficiente que pareça, está fadado ao fracasso.

  1. Exercitando os dons

Da Lição:
Essas pessoas, encarregadas da diaconia da igreja, além da exigência de boa reputação, deviam ser cheias do “Espírito Santo e de sabedoria” (At 6.3). Defender a boa ortodoxia, isto é, a doutrina correta, era importante, mas incompleto.

Era necessário que essas pessoas também fossem cheias do Espírito Santo e de sabedoria. É possível uma pessoa ser ortodoxa, eticamente irrepreensível, contudo, não ser quebrantada e nem possuir fervor espiritual. Da mesma forma, é possível uma pessoa exercitar os dons espirituais, contudo, não ter sabedoria nenhuma.

Uma coisa não pode funcionar sem a outra. O ideal de Deus é que o cristão viva corretamente exercitando os dons espirituais com a sabedoria no exercício da diaconia.

Explicação do Pastor:
A combinação de caráter, sabedoria e plenitude do Espírito Santo é indispensável para o serviço cristão. Não basta ser apenas correto na doutrina ou eticamente irrepreensível; é necessário também ser cheio do Espírito Santo e agir com sabedoria.

A plenitude do Espírito nos capacita a servir com poder e fervor, enquanto a sabedoria nos guia a agir de forma equilibrada e eficaz.

Muitas vezes, vemos pessoas que possuem grande conhecimento teológico, mas carecem de quebrantamento e fervor espiritual. Por outro lado, há aqueles que exercitam os dons espirituais, mas agem sem sabedoria, causando mais problemas do que soluções.

O ideal de Deus é que vivamos uma vida equilibrada, onde o conhecimento, os dons e a sabedoria caminhem juntos. Isso é especialmente importante no exercício da diaconia, que lida diretamente com as necessidades práticas e espirituais das pessoas.

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Conclusão

Da Lição:
Aprendemos nesta lição a importância do serviço cristão. A igreja “espiritual” é também social. Devemos nos dedicar tanto ao ministério da oração e pregação como também à assistência ao mais necessitados. A igreja que cuida da alma também deve cuidar do corpo.

Deus não é glorificado na desgraça de ninguém. Se há um necessitado em nosso meio, e há, devemos considerar os princípios bíblicos ensinados nessa passagem das Escrituras para alcançá-lo. Assim, a igreja cresce como Igreja de Deus e o Senhor é glorificado.

Palavras Finais do Pastor:
Esta lição nos ensina que o serviço cristão é integral, abrangendo tanto a esfera espiritual quanto a social. A igreja não pode negligenciar nenhuma dessas áreas, pois ambas fazem parte da missão que Cristo nos confiou. Quando cuidamos da alma e do corpo, estamos refletindo o amor de Deus de forma prática e transformadora.

O exemplo dos apóstolos e dos diáconos nos desafia a buscar equilíbrio em nossas igrejas e em nossas vidas. Precisamos ser pessoas de caráter, cheias do Espírito Santo e de sabedoria, dispostas a servir com amor e dedicação. Que possamos lembrar que o maior no Reino de Deus é aquele que serve, e que, ao servir ao próximo, estamos glorificando a Deus.

TEXTO EXTRA

A lição “Uma Igreja que Enfrenta os Seus Problemas” nos ensina que, assim como qualquer comunidade, a Igreja também enfrenta desafios internos e externos. Desde os tempos da Igreja Primitiva, problemas como divisões, conflitos, pecados e heresias surgiram entre os cristãos.

No entanto, o exemplo bíblico nos mostra que esses problemas não devem ser ignorados, mas enfrentados com sabedoria, amor e firmeza na Palavra de Deus.

Um exemplo claro disso é encontrado no livro de Atos, onde os apóstolos enfrentaram o problema da murmuração entre os cristãos de origem hebraica e os de origem grega, devido à distribuição desigual de alimentos (At 6.1-7).

Em vez de ignorar a situação, os apóstolos buscaram uma solução prática e espiritual, instituindo os diáconos para cuidar das necessidades materiais da Igreja. Essa decisão não apenas resolveu o problema, mas também fortaleceu a unidade da Igreja e permitiu que os apóstolos se dedicassem à oração e ao ministério da Palavra.

Outro exemplo é a maneira como o apóstolo Paulo lidou com os problemas nas igrejas que ele plantou. Em suas cartas, vemos como ele confrontou pecados, corrigiu erros doutrinários e exortou os cristãos a viverem em unidade e santidade. Paulo não evitou os problemas, mas os enfrentou com amor e autoridade, sempre apontando para Cristo como a solução.

Enfrentar os problemas da Igreja exige coragem, discernimento e dependência de Deus. É necessário ouvir as pessoas envolvidas, buscar a direção do Espírito Santo e agir com base nos princípios bíblicos. Além disso, é importante lembrar que os problemas podem ser oportunidades para crescimento espiritual e fortalecimento da fé.

Hoje, a Igreja continua enfrentando desafios, como divisões internas, perseguições externas, relativismo moral e outros problemas. No entanto, assim como a Igreja Primitiva, somos chamados a enfrentar essas situações com fé, sabedoria e amor, confiando que Deus está no controle e que Ele usa até mesmo as dificuldades para cumprir Seus propósitos.

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