Dinâmica para EBD sobre: “A Igreja e os Julgamentos”/ Lição 11 Juvenis

Dinâmica para EBD sobre: “A Igreja e os Julgamentos”/ Lição 11 Juvenis

CANAL DESCOMPLICANDO A TEOLOGIA

  1. JEOVANE SANTOS.

DINÂMICA: LIÇÃO 11 JUVENIS: A Igreja e os Julgamentos”.

  1. Dinâmica: A Caneta e a Caixa Misteriosa – Não Julgue o que Não Vê

Esta dinâmica visa ilustrar o perigo e a injustiça de fazer julgamentos baseados em informações incompletas ou naquilo que não podemos ver, enfatizando a importância de não julgar as pessoas.

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  1. Objetivo:
  • Demonstrar a facilidade de julgar o que é visível e a dificuldade/injustiça de julgar o que está oculto.
  • Conscientizar os juvenis sobre os perigos do pré-julgamento e do julgamento de aparências.
  • Enfatizar que somente Deus conhece o coração e o interior do ser humano.
  1. Materiais Necessários:
  • Uma caneta (ou qualquer objeto comum e visível).
  • Uma caixa fechada (pode ser um copo opaco, uma caixinha de papelão, uma sacola que não revele o conteúdo).
  • Um pequeno objeto dentro da caixa, que faça barulho ao balançar, mas cujo conteúdo não seja óbvio e seja diferente do que as pessoas naturalmente esperariam (ex: um pedaço de uma xícara quebrada, um clip de papel, um botão, um pequeno parafuso). Certifique-se de que não seja algo que cause decepção ou gere sentimentos ruins, mas sim algo inusitado.
  1. Preparação (para o Professor):
  • Coloque o objeto misterioso dentro da caixa e feche-a bem. Certifique-se de que o conteúdo não possa ser visto de forma alguma.
  • Tenha a caneta à mão.
  1. Passos para a Realização:
  1. Parte 1: O Objeto Visível (A Caneta)
    • Apresente a caneta (ou o objeto comum) à turma.
    • Pergunte: “O que eu tenho na minha mão? ” (Eles dirão: “Uma caneta. “)
    • Pergunte sobre as características visíveis: “Qual a cor? Para que serve? É boa ou ruim? Quais os pontos positivos e negativos? “
    • Discussão: Guie a conversa para mostrar como é fácil descrever e “julgar” a caneta, porque ela está visível e todos conhecem sua função. As opiniões serão unânimes ou muito próximas.
  2. Parte 2: O Objeto Oculto (A Caixa Misteriosa)
    • Após a conversa sobre a caneta, apresente a caixa fechada.
    • Balançe a caixa para que o objeto dentro faça barulho.
    • Pergunte: “Agora, o que vocês acham que tem aqui dentro? O que pode ser? É bom ou ruim? Para que serve? “
    • Incentive as adivinhações: Os juvenis farão várias suposições (moeda, pedra, pedaço de madeira, etc.). Incentivo-os a fazer “julgamentos” sobre o conteúdo, mesmo sem vê-lo. Pergunte se é “bom” ou “ruim”, se gostariam de ter, etc.
    • Anote algumas das sugestões, ou faça com que eles as escrevam.
  3. A Revelação Inesperada:
    • Após as adivinhações e “julgamentos”, diga: “Vocês fizeram muitos julgamentos sobre o que estava aqui dentro. Alguns disseram que era bom, outros que era ruim, outros que servia para isso ou aquilo… Mas, vamos ver o que realmente tem aqui. “
    • Abra a caixa e mostre o objeto real (o pedaço de xícara, o clipe, etc.).
  4. Aplicação do Julgamento:
    • Confronte as suposições com a realidade: “Alguém acertou? Percebem como é fácil julgar errado quando não temos todas as informações? Vocês não podiam ver o que tinha dentro, mas mesmo assim emitiram opiniões sobre o que era, se era bom ou ruim, se servia ou não. “
    • Conexão com a Lição: “Isso é exatamente o que a Bíblia nos ensina sobre julgar as pessoas. Muitas vezes, nós só vemos o “exterior” (como a caneta), ou pior ainda, só ouvimos barulhos e fazemos suposições sobre o “interior” das pessoas (como a caixa misteriosa). Mas o que está dentro do coração de alguém, seus motivos, suas lutas, suas histórias, só Deus conhece de verdade. “
    • Conclua: “Por isso, como cristãos, não devemos fazer pré-julgamentos ou ficar julgando quem é importante ou não, quem vai para o céu ou não. Nossa função não é julgar, mas amar, acolher e, se necessário, exortar com sabedoria e amor. O julgamento final pertence a Deus, que vê o que há no coração de cada um. “

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  1. Dinâmica: A Igreja: Lugar de Quê?

Esta dinâmica visa levar os juvenis a refletirem sobre a verdadeira natureza da igreja, contrastando o que ela deve ser biblicamente com o que ela não deve ser, promovendo um senso de responsabilidade e pertencimento.

  1. Objetivo:
  • Levar os juvenis a identificar as características positivas que a igreja deve manifestar.
  • Conscientizar sobre as atitudes e comportamentos que não condizem com o propósito da igreja.
  • Estimular a prática de uma vida em comunidade que reflita os valores do Reino de Deus.
  1. Materiais Necessários:
  • Dois cartazes grandes (cartolina, papel pardo ou folhas de ofício coladas).
    • Cartaz 1: Título: “A IGREJA NÃO É LUGAR DE…
    • Cartaz 2: Título: “A IGREJA É LUGAR DE…
  • Canetas marcadoras para os grupos escreverem.
  1. Preparação (para o Professor):
  • Prepare os dois cartazes com os títulos.
  • Pense em como dividir a turma em dois grupos (ex: meninos vs. meninas, por fila, etc.).
  1. Passos para a Realização:
  1. Introdução:
    • Apresente os dois cartazes à turma.
    • Explique que a lição fala sobre a igreja e como devemos nos portar nela e uns com os outros.
  2. Divisão dos Grupos e Atribuição de Tarefas:
    • Divida a turma em dois grupos.
    • Atribua um cartaz a cada grupo:
      • Grupo A: Recebe “A IGREJA NÃO É LUGAR DE… ” e deve escrever tudo o que a igreja, enquanto comunidade de crentes, não deveria ser ou fazer (ex: fofoca, hipocrisia, panelinhas, mentira, falsidade, julgamento, briga).
      • Grupo B: Recebe “A IGREJA É LUGAR DE… ” e deve escrever tudo o que a igreja deveria ser ou fazer (ex: comunhão, amor, santificação, solidariedade, adoração, ensino, amizade, perdão, acolhimento).
    • Dê cerca de 10-15 minutos para que os grupos discutam e escrevam suas ideias nos cartazes.
  3. Apresentação dos Cartazes:
    • Peça a cada grupo que apresente o seu cartaz, lendo as ideias que anotaram.
    • Incentive a discussão sobre cada ponto, permitindo que outros alunos concordem, discordem ou adicionem algo.
  4. Discussão e Aplicação:
    • Após a apresentação dos dois cartazes, promova uma reflexão: “Olhando para essas duas listas, qual delas reflete mais a igreja como Deus a idealizou? Qual reflete mais a realidade de algumas igrejas? “
    • Pergunte: “Como podemos, individualmente e como turma, fazer com que nossa igreja seja cada vez mais “lugar de… ” e cada vez menos “não é lugar de…”? “
    • Desafio Prático: Desafie cada juvenil a escolher um item da lista “A igreja é lugar de…” para praticar na semana e um item da lista “A igreja não é lugar de…” para evitar.
    • Conclua: Reforce que a igreja é um corpo formado por pessoas imperfeitas, mas que busca a perfeição em Cristo. Nosso papel é amar, acolher e zelar pela unidade e santidade, evitando julgamentos e promovendo o crescimento mútuo.

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Pr. Jeovane Santos, do canal @Descomplicando a Teologia no YouTube. Neste blog, você encontrará recursos valiosos para a Escola Bíblica Dominical (EBD), incluindo subsídios e dinâmicas para todas as revistas da CPAD. Além disso, oferecemos conteúdo de excelência sobre escatologia, apresentado de forma clara e acessível. Nosso objetivo é facilitar o entendimento e o ensino da Palavra de Deus, enriquecendo sua experiência de aprendizado. Explore e aproveite ao máximo.


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