EBD LIÇÃO 3 ADULTOS “A Encarnação do Verbo”.

EBD- LIÇÃO 13 ADULTOS: Preservando na Fé em Cristo

CANAL DESCOMPLICANDO A TEOLOGIA

  1. JEOVANE SANTOS.

COMENTADA: LIÇÃO 3 ADULTOS –“A Encarnação do Verbo”.

Introdução

Perguntas para Discussão:

O que significa para você a encarnação de Jesus?

Como a encarnação impacta a nossa compreensão sobre a natureza de Cristo?

Texto Áureo: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (Jo 1.14)
EXPLICAÇÃO: Este versículo destaca a realidade da encarnação, enfatizando que Jesus, como o Verbo, se fez humano e viveu entre nós.

Verdade Prática: A vinda do Filho de Deus em forma humana é um fato presenciado por muitas testemunhas; por isso, a negação da sua historicidade não se sustenta.

Explicação Pentecostal: A encarnação é fundamental para a nossa fé, pois revela a disposição de Deus em se aproximar da humanidade e oferecer salvação.

Aplicação Prática: Devemos reconhecer a humanidade de Cristo em nossas vidas, buscando um relacionamento pessoal com Ele.

Versículos Sugeridos: Filipenses 2:7-8; Hebreus 2:14-17.

Sugestão de Hino: “O Verbo se fez Carne” (Harpa Cristã, nº 210).

Contexto Geral

A introdução destaca a importância do tema “A Encarnação de Jesus” dentro da apologética cristológica, que é o estudo e defesa da fé cristã em relação à natureza de Cristo. A encarnação refere-se ao ato de Deus se tornar humano na pessoa de Jesus Cristo.

Pontos Principais

Apologética Cristológica:

Definição: A apologética cristológica é um ramo da teologia que se dedica a defender a natureza e a identidade de Cristo. Neste contexto, o foco é na encarnação, ou seja, como Deus se fez homem.

Importância: Este estudo é essencial para fortalecer a fé cristã e responder a questionamentos sobre a divindade e humanidade de Jesus.

A Encarnação de Jesus:

Doutrina da Humanidade de Cristo: A encarnação é uma doutrina fundamental que afirma que Jesus não apenas apareceu como humano, mas realmente assumiu a natureza humana, com um corpo físico.

Relevância: Essa doutrina é crucial para a compreensão do papel de Jesus como Salvador, pois implica que Ele experimentou a vida humana em todas as suas dimensões.

O Apóstolo João:

Enfoque na Deidade e Humanidade: O apóstolo João é conhecido por enfatizar a divindade de Jesus em seus escritos, mas também é importante notar que ele se preocupa em mostrar que Jesus viveu entre as pessoas, experimentando a vida humana.

Testemunho Pessoal: João, como testemunha ocular, destaca que Jesus não era apenas um ser espiritual, mas alguém que interagiu fisicamente com o mundo.

A Apologia à Humanidade Plena:

Objetivo da Lição: A lição visa defender a verdade da humanidade de Cristo, argumentando que Ele não apenas aparentou ser humano, mas realmente participou da experiência humana.

Implicações Teológicas: A plena humanidade de Cristo é vital para a teologia cristã, pois garante que Ele pode se identificar com nossas fraquezas e nos oferecer salvação.

Conclusão

A introdução estabelece a base para um estudo profundo sobre a encarnação de Jesus, enfatizando a necessidade de reconhecer tanto sua divindade quanto sua humanidade. Essa compreensão é essencial para a fé cristã, pois nos ajuda a entender como Deus se relaciona conosco através de Jesus Cristo, o que é fundamental para a experiência cristã e a prática da fé.

  1. Heresias que Negam a Corporeidade de Cristo

Este tópico aborda uma das heresias mais antigas da igreja, o Docetismo, que nega a verdadeira humanidade de Jesus. Compreender essa heresia é essencial para defender a doutrina cristã sobre a encarnação.

  1. O que é Docetismo?

Definição:

O termo “Docetismo” deriva do grego “dokeo”, que significa “ter aparência”. Essa heresia afirma que Jesus não possuía um corpo físico real, mas que sua humanidade era apenas uma ilusão ou aparência.

Características da Heresia:

Negação da Corporeidade: O Docetismo sustenta que Jesus não teve um corpo humano verdadeiro, mas que sua presença era similar à de um fantasma.

Implicações Teológicas: Essa visão compromete a compreensão da encarnação, pois se Jesus não foi realmente humano, sua morte e ressurreição não teriam um significado redentor.

A Antiguidade do Docetismo

Histórico:

O Docetismo é considerado a mais antiga heresia da história da igreja, surgindo nos primeiros séculos do cristianismo.

Era uma resposta às tensões entre a fé cristã e a filosofia grega, que frequentemente desvalorizava a matéria em favor do espiritual.

Consequências do Docetismo

Impacto na Teologia Cristã:

A negação da corporeidade de Cristo resulta em uma visão distorcida da salvação, pois se Jesus não foi realmente humano, não poderia representar a humanidade diante de Deus.

Essa heresia também gera confusão sobre a natureza de Deus e sua relação com a humanidade.

Reflexão:

Como o entendimento da verdadeira humanidade de Cristo impacta nossa fé e prática cristã?

Quais são as implicações de aceitar ou rejeitar a corporeidade de Jesus em nossa vida espiritual?

Versículos Sugeridos:

1 João 4:2-3: “Nisto conhecereis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus.”

João 1:14: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.”

Metodologia Sugerida:

Propor um debate sobre as implicações do Docetismo na fé cristã contemporânea, incentivando os alunos a pesquisar e apresentar suas conclusões.

Resumo do Tópico: O Docetismo, como a mais antiga heresia da igreja, nega a corporeidade de Cristo, apresentando uma visão distorcida da encarnação. Compreender essa heresia é fundamental para defender a verdadeira natureza de Jesus e sua obra redentora.

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  1. O que os Docetas Ensinavam sobre Jesus?

Este tópico examina as crenças dos docetas, enfatizando a necessidade de compreender a verdadeira humanidade de Jesus, conforme revelado nas Escrituras.

Ensinamentos dos Docetas

Doutrinas Contrárias à Palavra de Deus:

Os seguidores do Docetismo ensinavam várias doutrinas que estavam em desacordo com as Escrituras. Eles negavam a realidade da humanidade de Jesus, alegando que Ele não possuía um corpo físico verdadeiro.

Essa visão distorcida levou a uma série de interpretações errôneas sobre a vida e a obra de Cristo.

A Enfatização da Humanidade de Jesus

Jesus como o Verdadeiro Homem:

O foco deste estudo é reafirmar a humanidade de Jesus, que é essencial para a compreensão da encarnação e da salvação.

O Evangelho de Lucas, em particular, oferece um relato rico sobre a vida humana de Jesus.

Evidências da Humanidade de Jesus em Lucas

Relações Familiares:

Lucas menciona personagens como Zacarias e Isabel (Lc 1.5), José e Maria (Lc 2.4,5), que são parte da genealogia e da vida familiar de Jesus, destacando sua conexão com a humanidade.

Interações Sociais:

Jesus tinha vizinhos e primos (Lc 1.36,58), mostrando que Ele viveu em um contexto social real.

Os pastores (Lc 2.8) e figuras como Simeão e Ana (Lc 2.25,37) também fazem parte de sua vida, evidenciando suas interações humanas.

Relato da Infância de Jesus

Desenvolvimento Humano:

O relato da infância de Jesus em Lucas (Lc 2.40,52) enfatiza seu crescimento físico, intelectual e espiritual, mostrando que Ele passou por todas as etapas da vida humana.

Essa narrativa é fundamental para entender que Jesus não era apenas um ser divino, mas também um ser humano que experimentou a vida como qualquer outra pessoa.

Aplicação Prática

Reflexão:

Como as relações familiares e as interações sociais de Jesus nos ajudam a entender sua humanidade?

De que maneira a vida humana de Jesus pode influenciar nossa compreensão sobre como viver em comunidade?

Versículos Sugeridos:

Lucas 2:40: “E o menino crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.”

Lucas 2:52: “E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens.”

Metodologia Sugerida:

Organizar uma atividade onde os alunos compartilhem experiências de vida que refletem o crescimento e o desenvolvimento humano, seguindo o exemplo de Jesus.

Resumo do Tópico: Os ensinamentos dos docetas negavam a verdadeira humanidade de Jesus, mas as Escrituras, especialmente o Evangelho de Lucas, ressaltam sua vida como verdadeiro homem, com relações familiares e um desenvolvimento humano real. Compreender essa realidade é essencial para a fé cristã.

  1. 3. O que os Principais Docetas Diziam sobre Jesus?

Este tópico explora as crenças de três heresiarcas principais que negavam a verdadeira humanidade de Jesus, oferecendo um contraste com a doutrina cristã que afirma sua encarnação.

Ensinamentos:

Cerinto negava o nascimento virginal de Jesus, afirmando que Ele não veio em carne.

Ele foi um dos primeiros a ensinar o Docetismo, acreditando que a humanidade de Jesus era uma ilusão.

Contexto:

Cerinto viveu durante o tempo do apóstolo João em Éfeso, e suas ideias influenciaram muitos, desafiando a compreensão da encarnação.

Saturnino

Ensinamentos:

Saturnino, um proeminente representante do Gnosticismo sírio, ensinava que Jesus não nasceu, não tinha forma nem corpo.

Para ele, Jesus era visto apenas como uma aparição humana, sem uma verdadeira corporeidade.

Implicações:

Esse ensinamento é uma negação da realidade da encarnação, que é fundamental para a fé cristã.

Marcião

Ensinamentos:

Marcião também negava que Cristo fosse verdadeiramente humano. Sua posição sobre o corpo de Jesus não é totalmente clara; ele sugeriu que poderia ser apenas uma aparência ou de substância etérea.

Impacto:

A visão de Marcião sobre a natureza de Cristo contribuiu para a confusão sobre a encarnação e a salvação.

A Verdade Bíblica

Contraposição às Heresias:

A Bíblia, de maneira direta, afirma que Jesus nasceu em Belém da Judeia (Mateus 2:1; Lucas 2:11) e que sua encarnação ocorreu durante o reinado de César Augusto (Lucas 2:1).

Além disso, o Evangelho de João menciona claramente o corpo físico de Jesus (João 2:21), reforçando a verdade da encarnação.

Reflexão:

Como os ensinamentos dos docetas podem ainda influenciar a compreensão moderna sobre a natureza de Jesus?

De que maneira a verdade bíblica sobre a encarnação pode fortalecer nossa fé?

Versículos Sugeridos:

Mateus 1:23: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e chamá-lo-ão pelo nome de Emmanuel.”

Lucas 2:11: “Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.”

Metodologia Sugerida:

Realizar um debate em grupo sobre as implicações das heresias na compreensão da doutrina da encarnação e como a verdade bíblica pode ser defendida.

  1. Resumo Geral

Resumo do Tópico: Os principais docetas, como Cerinto, Saturnino e Marcião, negavam a verdadeira humanidade de Jesus, apresentando visões distorcidas que contradizem a revelação bíblica. A Escritura, no entanto, afirma a realidade do nascimento e corporeidade de Jesus, essencial para a fé cristã.

  1. A Afirmação Apostólica da Corporeidade de Jesus

Este tópico explora a afirmação da corporeidade de Jesus através dos Evangelhos, destacando a importância da encarnação na teologia cristã.

A Perspectiva dos Evangelhos Sinóticos

Evangelhos Sinóticos:

Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas são conhecidos como Evangelhos Sinóticos porque apresentam uma visão semelhante da vida e ministério de Jesus, enfatizando seus aspectos humanos.

Aspectos Humanos: Esses Evangelhos mostram Jesus em suas interações cotidianas, suas emoções e experiências humanas.

O Evangelho de João

Diferenciação:

O Evangelho de João, por outro lado, enfatiza a divindade de Jesus. Enquanto os Sinóticos revelam Jesus de forma exterior, João oferece uma visão mais profunda e interior, apresentando uma interpretação teológica de quem Jesus é.

Interpretação de Jesus:

Pode-se dizer que o Evangelho de João é uma interpretação de Jesus que busca esclarecer sua verdadeira natureza tanto humana quanto divina.

  1. A Importância da Expressão “O que era desde o princípio”

João 1:1:

A expressão “O que era desde o princípio” reitera a eternidade do Verbo, afirmando que Ele já existia antes da criação do mundo (Gênesis 1:1).

Essa afirmação é crucial para entender a preexistência de Cristo e sua natureza divina.

 A Encarnação do Verbo

Verbo Feito Carne:

João 1:14 afirma que “o Verbo se fez carne e habitou entre nós”. Essa afirmação é central para a doutrina da encarnação, que sustenta que Jesus assumiu uma verdadeira natureza humana.

Visibilidade: O fato de que Ele “habitava entre nós” e foi “visto pelas pessoas” reforça a realidade de sua corporeidade, desafiando as heresias que negam sua humanidade.

Reflexão:

Como a compreensão da corporeidade de Jesus impacta nossa vida espiritual e nossa relação com Deus?

De que maneira a divindade e a humanidade de Cristo se manifestam em nosso cotidiano?

Versículos Sugeridos:

João 1:14: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória.”

Gênesis 1:1: “No princípio, criou Deus os céus e a terra.”

Metodologia Sugerida:

Propor uma discussão em grupo sobre as implicações da encarnação de Jesus nas doutrinas cristãs e na prática da fé.

Resumo do Tópico: A afirmação apostólica da corporeidade de Jesus é claramente apresentada nos Evangelhos, especialmente em João. A preexistência do Verbo e sua encarnação são fundamentais para a compreensão da natureza de Cristo, que é tanto humano quanto divino, e isso é essencial para a fé cristã.

  1. A Reafirmação Apostólica

Este tópico explora como o apóstolo João reafirma a corporeidade de Jesus, enfatizando sua experiência física e histórica.

A Reafirmação na Escritura

João 1:1b:

O apóstolo João reafirma sua experiência com Jesus: “O que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida.”

Ênfase na Experiência Pessoal: Essa afirmação é uma declaração poderosa da realidade física de Jesus. João não está apenas fazendo uma afirmação teológica, mas também um testemunho pessoal da sua vivência com Cristo.

A Redundância Intencional

Propósito da Redundância:

A expressão “vimos com os nossos olhos” pode parecer redundante, mas serve para enfatizar a certeza e a realidade da encarnação de Jesus.

Clareza na Mensagem: João quer deixar claro que Jesus não era uma figura mítica ou espiritual, mas alguém que realmente viveu entre eles, que podia ser visto e tocado.

A Importância do Nome de Pilatos

Credo dos Apóstolos:

A inclusão do nome de Pôncio Pilatos no Credo dos Apóstolos posiciona Jesus em um contexto histórico específico.

Significado: O fato de que “sofreu sob Pôncio Pilatos” indica que Jesus passou por experiências reais e tangíveis na história, reforçando sua verdadeira humanidade.

Jesus como Figura Histórica

Romanos 1:3:

A passagem que menciona Jesus como “descendente de Davi segundo a carne” reforça a ideia de que Ele é uma figura histórica real, com uma genealogia e um contexto cultural.

Implicações Teológicas: A afirmação da corporeidade de Jesus é fundamental para a fé cristã, pois garante que Ele é o mediador entre Deus e a humanidade.

Reflexão:

Como a afirmação da corporeidade de Jesus nos ajuda a entender melhor sua obra redentora?

De que forma podemos aplicar essa verdade em nosso testemunho e vivência cristã?

Versículos Sugeridos:

João 20:27: “Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; e chega a tua mão e põe-a no meu lado.”

Romanos 1:3: “Acerca de seu Filho, que nasceu da descendência de Davi segundo a carne.”

Metodologia Sugerida:

Realizar uma atividade de grupo onde os alunos compartilhem como a realidade da encarnação de Jesus impacta suas vidas diárias e sua fé.

Resumo do Tópico: A reafirmação apostólica da corporeidade de Jesus é um testemunho forte e claro da experiência pessoal de João e da realidade histórica de Cristo. A inclusão de figuras históricas, como Pôncio Pilatos, reforça a verdade de que Jesus é uma pessoa real, que viveu e sofreu, essencial para a compreensão da fé cristã.

  1. Uma Crença Herética

Este tópico aborda a heresia do docetismo e a resposta do apóstolo João, enfatizando a seriedade de negar a corporeidade de Jesus e suas implicações teológicas.

Contexto Histórico

João em Éfeso:

João viveu seus últimos dias na cidade de Éfeso, que era também a cidade de Cerinto, um dos principais propagadores do docetismo.

Produção dos Escritos: Os escritos de João, incluindo o Evangelho, as Epístolas e o Livro de Apocalipse, foram produzidos na última década do primeiro século, em um período em que o docetismo já havia se espalhado entre os cristãos.

A Advertência de João

1 João 4:2,3:

João esclarece que “todo aquele que nega que Jesus veio em carne não é de Deus.” Essa afirmação é uma defesa direta da verdadeira humanidade de Cristo.

Gravidade da Heresia: Negar a corporeidade de Jesus é uma crença herética que tem consequências profundas para a fé cristã.

Implicações da Negação da Corporeidade

Consequências Teológicas:

Se Jesus não teve um corpo físico real, então Ele não morreu.

Se não morreu, também não ressuscitou; e se não ressuscitou, não há esperança de salvação (1 Coríntios 15:1-3, 17-18).

Fundamento da Fé: A ressurreição de Jesus é central para a fé cristã, e a negação de sua corporeidade compromete essa verdade.

“Enganadores”:

João se refere aos propagadores do docetismo como “enganadores” (2 João 7), destacando a seriedade da heresia e a necessidade de manter a verdade sobre a encarnação.

Reflexão:

Como a negação da corporeidade de Jesus pode afetar nossa compreensão da salvação?

De que forma podemos identificar e responder a heresias contemporâneas que distorcem a verdade bíblica?

Versículos Sugeridos:

1 João 4:3: “E todo espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus.”

1 Coríntios 15:17: “E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé; ainda estais nos vossos pecados.”

Metodologia Sugerida:

Organizar um debate sobre a importância da corporeidade de Cristo e como isso se relaciona com a doutrina da salvação, incentivando os alunos a compartilhar suas opiniões e experiências.

Resumo do Tópico: A crença herética do docetismo, que nega a corporeidade de Jesus, é condenada por João em suas epístolas. A seriedade dessa heresia é evidenciada pelas implicações teológicas que ela traz, comprometendo a fé cristã e a esperança de salvação. João alerta os cristãos sobre a necessidade de reconhecer a verdadeira humanidade de Cristo, chamando os propagadores dessa crença de “enganadores“.

 

III. Como Essas Heresias se Revelam Hoje

Este tópico examina como as heresias antigas, como a negação do nascimento virginal de Jesus, ainda se manifestam em movimentos contemporâneos e a importância de defender a verdade bíblica.

  1. Quanto ao Nascimento Virginal de Jesus.

Movimentos Modernos:

Existem movimentos religiosos, como os mórmons e a Igreja da Unificação, que negam o nascimento virginal de Jesus, afirmando que Ele não foi gerado pelo Espírito Santo.

Marcas de Heresia: Essa negação do nascimento virginal é uma característica marcante desses movimentos, refletindo o ensino de Cerinto e seus seguidores na antiguidade.

Profecias do Antigo Testamento:

A Bíblia já anunciava a concepção e o nascimento virginal de Jesus, como em Isaías 7:14: “Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.”

Cumprimento no Novo Testamento:

O cumprimento dessa profecia é claramente apresentado no Novo Testamento, onde se afirma que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo (Mateus 1:18,20).

Anúncio do Anjo Gabriel: Em Lucas 1:35, o anjo Gabriel explica a Maria: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra”, confirmando a natureza divina do nascimento de Jesus.

Reflexão:

Como a negação do nascimento virginal de Jesus afeta nossa compreensão de sua divindade e humanidade?

De que maneira podemos defender a verdade do nascimento virginal em nossas comunidades e círculos de influência?

Versículos Sugeridos:

Isaías 7:14: “Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho.”

Lucas 1:35: “E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra.”

Metodologia Sugerida:

Realizar uma discussão em grupo sobre a importância do nascimento virginal de Jesus na teologia cristã, incentivando os alunos a compartilhar como essa verdade impacta sua fé.

Resumo do Tópico: A negação do nascimento virginal de Jesus, presente em movimentos modernos como os mórmons e a Igreja da Unificação, reflete heresias antigas como as de Cerinto. No entanto, a Bíblia afirma claramente a concepção e o nascimento virginal de Jesus, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, sendo essa verdade fundamental para a fé cristã.

  1. Quanto à Morte e à Ressurreição de Cristo

Este tópico examina as heresias que negam a morte e ressurreição de Cristo, destacando a importância dessas doutrinas para a fé cristã e a defesa da verdade bíblica.

Basilides e o Gnosticismo:

O heresiarca gnóstico Basilides, que atuou no Egito, negava a crucificação de Cristo. Segundo ele, Simão, o Cirineu, teria se transfigurado e sido crucificado em lugar de Jesus.

Teoria do Sósia: Basilides afirmava que o povo confundiu Simão com Jesus, e que Cristo apenas presenciou a crucificação de seu suposto sósia.

Implicações da Heresia:

Essa visão distorce o relato bíblico da crucificação e nega a realidade da morte sacrificial de Jesus, essencial para a salvação.

 A Perspectiva Islâmica

Alcorão e a Crucificação:

O Alcorão, texto sagrado do Islã, declara que Jesus não foi crucificado, sugerindo que tudo foi uma simulação (Alcorão 4:157).

Notas Explicativas: Em algumas edições do Alcorão, afirma-se que um sósia de Jesus foi crucificado, semelhante à ideia de Basilides.

Contradição com a Bíblia:

Essa doutrina contraria a narrativa bíblica e os fatos históricos, que atestam a crucificação de Jesus como um evento real e central na fé cristã.

A Verdade Bíblica sobre a Morte e Ressurreição

A Bíblia ensina claramente que Jesus morreu e ressuscitou dentre os mortos, conforme 1 Coríntios 15:3-4: “Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.”

Importância da Ressurreição: A ressurreição é fundamental para a fé cristã, pois valida a obra redentora de Jesus e a promessa de vida eterna para os crentes.

Reflexão:

Como a negação da morte e ressurreição de Cristo afeta nossa compreensão da salvação?

De que forma podemos defender a verdade da crucificação e ressurreição em nossos círculos de influência?

Versículos Sugeridos:

1 Coríntios 15:17: “E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé; ainda estais nos vossos pecados.”

Romanos 10:9: “Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.”

Metodologia Sugerida:

Organizar um debate sobre a importância da morte e ressurreição de Cristo e como essas verdades são fundamentais para a fé cristã.

Resumo do Tópico: A negação da morte e ressurreição de Cristo, como ensinada por Basilides e refletida em algumas doutrinas islâmicas, contraria a verdade bíblica. A Escritura afirma claramente a crucificação e ressurreição de Jesus como eventos centrais da fé cristã, essenciais para a salvação e a esperança de vida eterna.

  1. Confirmação Histórica

Este tópico explora as evidências bíblicas e históricas que confirmam a morte de Jesus, ressaltando a validade dos relatos sobre sua crucificação.

A Morte de Jesus como Fato Incontestável

A morte de Jesus é um fato amplamente reconhecido, não apenas por fontes cristãs, mas também por historiadores não cristãos, tanto judeus quanto romanos.

Essa aceitação universal sublinha a importância histórica da crucificação de Jesus.

Testemunhos de Flávio Josefo

O historiador judeu Flávio Josefo (37-100 d.C.) afirmou: “Acusaram-no perante Pilatos, e este ordenou que o crucificassem. Os que o haviam amado durante a sua vida não o abandonaram depois da morte.”

Significado: Este testemunho é significativo, pois provém de uma fonte externa ao cristianismo, confirmando a crucificação e a repercussão da morte de Jesus entre seus seguidores.

Testemunhos de Tácito

O historiador romano Tácito (55-117 d.C.) escreveu: “Aquele de quem levavam o nome, Cristo, foi executado no reinado de Tibério pelo procurador Pôncio Pilatos.”

Relevância: Tácito, um dos mais respeitados historiadores romanos, fornece uma confirmação adicional da crucificação de Jesus, atestando sua execução sob a autoridade de Pilatos.

A Confirmação Bíblica

Atos 1:3:

A Bíblia também declara que Jesus, “depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas” (At 1.3).

Implicações: Essa passagem não só confirma a morte de Jesus, mas também sua ressurreição, que é fundamental para a fé cristã.

Reflexão:

Como as evidências históricas da morte de Jesus fortalecem sua fé?

De que forma podemos usar essas evidências em conversas com aqueles que duvidam da historicidade de Jesus?

Versículos Sugeridos:

Atos 1:3: “A este também, depois de ter padecido, se apresentou vivo com muitas e infalíveis provas, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao reino de Deus.”

1 Coríntios 15:6: “E, depois, apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, dos quais muitos já estão vivos, e outros já dormem.”

Metodologia Sugerida:

Organizar uma discussão em grupo sobre a importância das evidências históricas na defesa da fé, incentivando os alunos a explorar mais sobre os historiadores que confirmaram a morte de Jesus.

Resumo do Tópico: A confirmação histórica da morte de Jesus é um fato incontestável, atestado por historiadores judeus e romanos, como Flávio Josefo e Tácito. A Bíblia também fornece evidências claras da crucificação e ressurreição de Jesus, fundamentais para a fé cristã. Essas confirmações ajudam a solidificar a veracidade dos relatos bíblicos e a importância da morte de Jesus na história.

Conclusão

Resumir os principais pontos discutidos sobre a corporeidade de Jesus e sua relevância para a fé cristã.

As expressões “o Verbo se fez carne” e “Jesus Cristo veio em carne” são respostas diretas às heresias dos docetas, que negavam a verdadeira humanidade de Jesus.

Essas afirmações reafirmam a doutrina cristã da encarnação, essencial para a compreensão da natureza de Cristo.

Revelação dos Evangelhos:

Os Evangelhos revelam vários atributos característicos do ser humano de Jesus, mostrando sua experiência e vivência como homem.

Essa humanização de Jesus é fundamental para que possamos nos identificar com Ele em nossas próprias experiências.

Vencendo o Pecado:

Jesus foi revestido de um corpo físico porque o pecado entrou no mundo por um homem. Para vencer o pecado, era necessário que um ser humano o fizesse.

Justiça de Deus: A justiça de Deus exigia que o pecado fosse vencido por alguém que pudesse se identificar plenamente com a humanidade.

Encarnado e Sem Pecado:

Embora Jesus tenha se tornado homem e estivesse sujeito às tentações, Ele nunca cometeu pecado.

Vitória como Homem: Sua vitória sobre o pecado, como homem, é a base para a salvação da humanidade, oferecendo esperança e redenção a todos que creem.

Reflexão:

Como a compreensão da encarnação de Cristo impacta sua vida espiritual e sua relação com Deus?

De que forma podemos viver em resposta à vitória de Jesus sobre o pecado?

Versículos Sugeridos:

João 1:14: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória.”

Hebreus 4:15: “Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.”

Metodologia Sugerida:

Propor uma discussão em grupo sobre como a encarnação de Cristo pode inspirar ações e decisões em nossas vidas diárias.

Resumo Final: A encarnação de Jesus é um aspecto central da fé cristã, que não apenas responde às heresias que negam sua humanidade, mas também revela a profundidade do amor de Deus pela humanidade. Através de Jesus, que venceu o pecado como homem, temos a esperança de redenção e a promessa de vida eterna.

 

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