Lição 11 Juvenis: “A Igreja e os Julgamentos”/ EBD 1 Trimestre 2026

Lição 11 Juvenis: “A Igreja e os Julgamentos”/ EBD 1 Trimestre 2026

CANAL DESCOMPLICANDO A TEOLOGIA

  1. JEOVANE SANTOS.

DESCOMPLICADA: LIÇÃO 11 JUVENIS: A Igreja e os Julgamentos”.

Introdução

Da Lição:
“Assim que não nos julguemos mais uns aos outros: antes, seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão.” (Rm 14.13). A Palavra de Deus nos orienta a não julgar as pessoas sem que antes julguemos a nós mesmos. Na igreja, convivemos com pessoas de diferentes classes sociais e trajetórias variadas. Assim como nós necessitamos do amor e do perdão de Deus, muitas delas estão ali porque precisam de apoio, tratamento ou reconciliação com o Senhor. Por isso, devemos tratar a todos com amor e compreensão.

Explicação do Pastor:
A introdução da lição nos lembra de algo essencial: a igreja é um lugar de acolhimento, não de julgamento. Jesus nos ensinou a olhar para o próximo com misericórdia e compaixão, reconhecendo que todos nós somos pecadores necessitados da graça de Deus. Antes de apontarmos os erros dos outros, precisamos examinar nossos próprios corações. A igreja deve ser um ambiente de amor, onde as pessoas encontram apoio para crescer espiritualmente e se reconciliar com Deus.

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I – A IGREJA, UM LUGAR DE DISCÍPULOS

  1. A Igreja como lugar de comunhão e acolhimento

Da Lição:
A Igreja deve ser um lugar de comunhão, acolhimento e fortalecimento espiritual. Geralmente, uma pessoa começa a congregar após um encontro com Cristo. Ela recebe a salvação pela fé, se arrepende de seus pecados e inicia uma nova trajetória como discípulo de Jesus. Nesse momento, é fundamental que o novo convertido seja recebido com amor, independentemente de seu passado.

Jesus redime o pecador arrependido, perdoa seus erros e dá uma nova vida, orientada pelo Espírito de Deus (Rm 8.14; 2 Co 5.17). A Igreja não é formada por pessoas perfeitas, mas por pessoas perdoadas e santificadas (Rm 5.10). Por isso, não deve haver rotulação ou desprezo por alguém devido ao seu passado sem Cristo.

Explicação do Pastor:
A igreja é um hospital espiritual, onde pessoas feridas pelo pecado encontram cura e restauração. Quando alguém chega à igreja, não importa o que fez no passado; o que importa é que agora está em Cristo, e “as coisas velhas já passaram” (2 Co 5.17).

Como igreja, temos a responsabilidade de acolher essas pessoas com amor, discipulá-las e ajudá-las a crescer na fé. Não somos chamados para julgar ou rotular, mas para ser instrumentos de Deus na transformação de vidas. A comunhão e o acolhimento são marcas de uma igreja saudável e alinhada com os ensinamentos de Jesus.

II – O QUE JESUS ENSINOU SOBRE O HÁBITO DE JULGAR O PRÓXIMO

  1. O ensino de Jesus sobre o julgamento

Da Lição:
O evangelista Lucas registrou as instruções de Jesus sobre o hábito de julgar o próximo (Lc 6.37,41,42). Jesus foi enfático ao dizer: “Não julgueis” (Lc 6.37). Em sua época, havia grupos religiosos, como os escribas e fariseus, que se viam como santos e perfeitos diante de Deus, por cumprirem tradições e costumes judaicos.

Essa autoaprovação gerava um senso de superioridade espiritual, levando-os a julgar os demais. Jesus os chamou de “condutores cegos” e criticou essa aparência de espiritualidade que não conduzia à transformação pessoal nem à prática da misericórdia (Mt 23.23-26). Em vez de focar no “argueiro” do olho do próximo, cada discípulo de Jesus deve avaliar a si mesmo e tratar das “traves” que estão nos seus próprios olhos (Lc 6.41).

Explicação do Pastor:
O ensino de Jesus sobre o julgamento é claro: antes de apontarmos os erros dos outros, precisamos olhar para nós mesmos. Os fariseus e escribas eram rápidos em criticar, mas não enxergavam seus próprios pecados. Jesus os chamou de hipócritas, porque sua religiosidade era apenas externa e não refletia um coração transformado.

Como discípulos de Cristo, somos chamados a praticar a misericórdia e a compaixão, reconhecendo que todos nós temos falhas. Quando tratamos as “traves” em nossos próprios olhos, estamos mais aptos a ajudar o próximo com amor e humildade.

III – CONECTADO COM DEUS: A UNIDADE E O AMOR NA IGREJA

  1. A oração de Jesus pela unidade

Da Lição:
Certa vez, Jesus orou por seus discípulos, pedindo ao Pai que os protegesse e conservasse a união entre eles (Jo 17.11,21). A comunhão dos cristãos é algo tão precioso que foi alvo da oração de Jesus. Isso mostra que precisamos zelar por ela também.

Explicação do Pastor:
A oração de Jesus pela unidade dos seus discípulos nos ensina o quanto a comunhão é importante para Deus. A igreja deve ser um lugar onde as pessoas se sentem amadas e acolhidas, não julgadas ou rejeitadas. Quando vivemos em unidade, refletimos o amor de Deus ao mundo. Essa unidade não significa ausência de diferenças, mas a capacidade de amar e respeitar uns aos outros, mesmo em meio às nossas imperfeições. Devemos zelar pela comunhão, evitando julgamentos e promovendo o amor fraternal.

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III – IGREJA, LUGAR DE ENSINAR, APRENDER E PRATICAR OS VALORES CRISTÃOS

  1. O equilíbrio entre não julgar e confrontar o pecado

Da Lição:
A instrução de Jesus para não julgar o próximo não pode ser utilizada como desculpa para tolerância ao erro ou ao pecado. Na igreja, os discípulos de Jesus se reúnem para orar, adorar, servir, aprender a respeito das Escrituras e sobre como viver no mundo à luz da Palavra. Assim, na igreja, prezamos por uma conduta que honre os valores cristãos.

Por isso, o julgamento contra o pecado ocorre, pois ele não pode ser tolerado. A Igreja deve confrontar o pecado e manter a santidade diante de Deus (Ef 5.27; Ap 2.1,2). Quando necessário, há a prática do aconselhamento e da disciplina, assim como é orientado nas Escrituras (Mt 18.15-17; Rm 12.8). O objetivo da exortação e da disciplina é tratar, ensinar e fortalecer o cristão espiritualmente.

Explicação do Pastor:
Jesus nos ensinou a não julgar o próximo de forma hipócrita ou condenatória, mas isso não significa que a igreja deve ignorar o pecado. Pelo contrário, a igreja é chamada a ser santa e a confrontar o pecado com amor e sabedoria. A disciplina e a exortação, quando feitas de acordo com as Escrituras, têm o objetivo de restaurar o cristão e fortalecer sua caminhada espiritual.

É importante lembrar que o confronto do pecado deve ser feito com graça, visando a edificação e não a destruição. A igreja é um lugar de ensino e prática dos valores cristãos, e isso inclui orientar os membros a viverem de forma que honre a Deus.

IV – A IGREJA, LUGAR DE COMUNHÃO

  1. A igreja como refúgio e lugar de recomeço

Da Lição:
Para muitas pessoas, a igreja é um lugar de recomeços. Pessoas que perderam o rumo ou que tiveram suas vidas destruídas por causa do pecado encontram, na igreja, o seu local de refúgio. No contexto social que vivenciamos nos dias de hoje, é muito comum as pessoas sofrerem agressões verbais ou físicas; e quando elas chegam na igreja, trazem pesos, traumas e sentimentos que precisam ser tratados.

O trabalho da Igreja é acolher essas pessoas, tratar o espiritual com ensinamentos, aconselhamentos e orações. Por isso, a igreja precisa ser um ambiente saudável, onde a comunhão é valorizada. Quem chega precisa encontrar amor, misericórdia, apoio mútuo e instrução bíblica. Cada membro deve contribuir para a preservação da comunhão e da unidade na igreja local. Existem atitudes que as fortalecem, tais como receptividade, respeito, comunicação assertiva, honra e perdão (Rm 12.10; Ef 4.32).

Explicação do Pastor:
A igreja é um lugar onde vidas são restauradas. Muitas pessoas chegam à igreja carregando traumas, dores e marcas do pecado, e é nosso papel, como corpo de Cristo, acolhê-las com amor. A comunhão é essencial para criar um ambiente saudável, onde essas pessoas possam encontrar apoio e cura. Isso exige de cada membro atitudes como respeito, perdão e comunicação assertiva.

Quando a igreja valoriza a comunhão, ela se torna um reflexo do amor de Deus, sendo um refúgio para os que buscam recomeçar suas vidas em Cristo. É importante lembrar que a comunhão não é apenas um sentimento, mas uma prática diária que fortalece a unidade do corpo de Cristo.

Conclusão

Da Lição:
Jesus Cristo condenou o hábito de julgar o próximo. Ele estabeleceu outro padrão para seus discípulos: o perdão no lugar do julgamento e a graça no lugar da condenação. Devemos seguir seu exemplo, sem deixar de lado a exortação e a disciplina.

Palavras Finais do Pastor:
A lição nos ensina que a igreja deve ser um lugar de amor, comunhão e restauração. Jesus nos chamou para viver um padrão mais elevado, onde o perdão e a graça prevalecem sobre o julgamento e a condenação. No entanto, isso não significa tolerar o pecado, mas confrontá-lo com sabedoria e amor, visando sempre a restauração do pecador.

Que possamos ser uma igreja que acolhe, ensina e pratica os valores cristãos, refletindo o amor de Deus em nossas atitudes. Afinal, fomos chamados para ser luz no mundo e instrumentos de reconciliação. Que Deus nos ajude a viver em unidade e a promover a comunhão em nossa igreja local!

TEXTO EXTRA

A igreja é um lugar de comunhão, acolhimento e fortalecimento espiritual, onde pessoas de diferentes trajetórias encontram apoio e restauração. No entanto, Jesus nos ensinou a não julgar o próximo de forma hipócrita ou condenatória. Ele condenou o hábito de apontar os erros dos outros sem antes examinar os próprios pecados.

Em Lucas 6, Jesus nos alerta sobre a necessidade de tirar a “trave” do nosso olho antes de tentar remover o “argueiro” do olho do próximo. Isso nos ensina que devemos ser humildes e misericordiosos, reconhecendo nossas próprias falhas antes de corrigir os outros. Embora a igreja deva ser um lugar de amor e acolhimento, isso não significa tolerar o pecado. A disciplina e a exortação são necessárias para manter a santidade e a comunhão no corpo de Cristo.

A igreja também é um lugar de recomeços, onde pessoas feridas pelo pecado encontram refúgio, amor e apoio. Cada membro deve contribuir para a preservação da comunhão, praticando atitudes como respeito, perdão e comunicação assertiva. Jesus nos chamou para viver em unidade, promovendo o perdão no lugar do julgamento e a graça no lugar da condenação.

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Pr. Jeovane Santos, do canal @Descomplicando a Teologia no YouTube. Neste blog, você encontrará recursos valiosos para a Escola Bíblica Dominical (EBD), incluindo subsídios e dinâmicas para todas as revistas da CPAD. Além disso, oferecemos conteúdo de excelência sobre escatologia, apresentado de forma clara e acessível. Nosso objetivo é facilitar o entendimento e o ensino da Palavra de Deus, enriquecendo sua experiência de aprendizado. Explore e aproveite ao máximo.


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