EBD “A Missão Social da Igreja”/ Lição 06 Juvenis

EBD “A Igreja E A Política”/ Lição 10 Juvenis

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  1. JEOVANE SANTOS.

COMENTADA: LIÇÃO 6 JUVENIS: A Missão Social da Igreja”.

A lição destaca a responsabilidade da Igreja em atender às necessidades sociais como uma expressão prática do amor cristão e um testemunho vivo da fé em Cristo.

Perguntas para Discussão:

  1. Qual é o papel da Igreja em relação às necessidades sociais?
    • Resposta possível: A Igreja deve ser um agente de transformação, promovendo ações que atendam às necessidades da comunidade e testemunhem o amor de Cristo.
  2. Como as boas obras podem demonstrar a nossa fé?
    • Resposta possível: As boas obras são uma evidência prática da fé cristã, mostrando que o amor de Deus está em nós e nos leva a agir.
  3. Por que o amor fraternal é essencial na vida cristã?
    • Resposta possível: O amor fraternal reflete o caráter de Cristo e fortalece a comunhão entre os irmãos, sendo um testemunho poderoso para o mundo.

Texto Áureo:
“Bem-aventurado é aquele que atende ao pobre; o Senhor o livrará no dia do mal.” (Salmos 41.1)
Este versículo ressalta que Deus abençoa aqueles que demonstram misericórdia e cuidado com os necessitados, mostrando que a prática do bem é uma expressão da fé.

Verdade Prática:
A missão social da Igreja é uma demonstração prática do amor de Deus, refletindo a fé cristã por meio de atitudes que promovem justiça, misericórdia e cuidado com o próximo.

Explicação Pentecostal:
A teologia pentecostal enfatiza que a atuação do Espírito Santo capacita os cristãos a viverem o amor fraternal e a praticarem boas obras. O Espírito Santo não apenas transforma o coração do crente, mas também o impulsiona a agir em favor do próximo. Na Igreja Primitiva, vemos um exemplo claro disso: os cristãos, cheios do Espírito Santo, viviam em comunhão, compartilhavam seus bens e supriam as necessidades uns dos outros (At 2.44-45).

Essa prática não era apenas uma questão de solidariedade humana, mas uma manifestação do poder de Deus operando na vida da comunidade cristã. O amor fraternal, capacitado pelo Espírito, é um testemunho vivo da presença de Deus na Igreja. Ele nos leva a enxergar as necessidades ao nosso redor e a agir com misericórdia e generosidade.

Além disso, o Espírito Santo nos dá sabedoria para equilibrar a pregação do Evangelho com a prática das boas obras, mostrando que ambas caminham juntas. Assim, a missão social da Igreja não é apenas uma responsabilidade, mas também uma oportunidade de glorificar a Deus e atrair mais pessoas ao Reino.

Aplicação Prática:
Nos dias de hoje, a Igreja deve continuar sendo um agente de transformação social. Isso pode ser feito por meio de projetos que atendam às necessidades da comunidade, como distribuição de alimentos, assistência a famílias carentes, apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade e promoção de educação e saúde. Cada cristão também pode contribuir individualmente, ajudando o próximo e sendo sensível às necessidades ao seu redor.

Versículos Sugeridos:

  • Isaías 1.17 — “Aprendei a fazer o bem; praticai a justiça; ajudai o oprimido.”
  • Tiago 2.17 — “Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.”
  • Mateus 5.7 — “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.”

Sugestão de Hino:
Hino 525 da Harpa Cristã — “A Deus demos glória”
Este hino reflete a gratidão a Deus e a motivação para glorificá-lo por meio de nossas ações, incluindo o cuidado com o próximo.

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  1. A Igreja Primitiva

Texto da Lição:
A Igreja Primitiva foi fundada por Jesus Cristo com a missão de pregar o Evangelho a toda criatura (Mc 16.15). Após o Pentecostes, os discípulos, cheios do Espírito Santo, começaram a pregar com ousadia, o que resultou em um crescimento explosivo da Igreja. Essa comunidade era marcada por ensino doutrinário, comunhão, oração e cuidado mútuo, mesmo enfrentando perseguições e desafios internos.

Explicação Pentecostal:
A Igreja Primitiva é um modelo para a Igreja contemporânea, especialmente no que diz respeito à atuação do Espírito Santo. O Pentecostes foi o marco inicial da missão da Igreja, pois capacitou os discípulos com poder para testemunhar e realizar a obra de Deus (At 1.8). A presença do Espírito Santo não apenas trouxe ousadia para a pregação, mas também uniu os cristãos em comunhão e amor fraternal.

Os sinais e milagres realizados pelos apóstolos eram evidências do poder do Espírito Santo, mas o impacto mais profundo foi a transformação de vidas. O Espírito Santo não apenas operava externamente, mas também transformava o coração dos crentes, levando-os a viver em comunhão e compartilhar seus bens com os necessitados (At 2.44-45).

Além disso, a Igreja Primitiva enfrentou perseguições externas e desafios internos, mas o Espírito Santo deu sabedoria e direção para superar essas dificuldades. Por exemplo, quando surgiram necessidades sociais, como o cuidado com as viúvas, os apóstolos, guiados pelo Espírito, organizaram a comunidade para atender a essas demandas sem comprometer a pregação da Palavra (At 6.1-7).

A vivência em comunidade, o ensino doutrinário e a prática da oração eram pilares da Igreja Primitiva e continuam sendo essenciais para o fortalecimento da fé cristã. O Espírito Santo nos ensina que a fé não é apenas individual, mas deve ser vivida em comunhão com outros irmãos, promovendo o cuidado mútuo e o testemunho do amor de Deus.

Aplicação Prática:
Assim como a Igreja Primitiva, devemos buscar a direção do Espírito Santo em todas as áreas da vida cristã. A comunhão, o ensino e a oração devem ser prioridades em nossas igrejas. Além disso, é importante estarmos atentos às necessidades ao nosso redor, ajudando os necessitados e promovendo a unidade no corpo de Cristo.

Versículos Sugeridos:

  • Atos 2.42: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.”
  • Atos 2.47: “E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.”
  • Atos 4.32: “E era um o coração e a alma da multidão dos que criam.”

Perguntas para Discussão:

  1. Por que o Pentecostes foi essencial para o início da Igreja Primitiva?
    • Resposta possível: O Pentecostes marcou a descida do Espírito Santo, que capacitou os discípulos com poder e ousadia para pregar o Evangelho.
  2. Como a comunhão fortalece a fé cristã?
    • Resposta possível: A comunhão permite o compartilhamento de experiências, o apoio mútuo e o crescimento espiritual em conjunto.
  3. Quais desafios a Igreja Primitiva enfrentou e como podemos aprender com eles?
    • Resposta possível: A Igreja enfrentou perseguições externas e desafios internos, como a organização e o cuidado com os necessitados. Podemos aprender a buscar a direção do Espírito Santo para superar dificuldades.

Definição de Termos:

  • Pentecostes: Evento em que o Espírito Santo desceu sobre os discípulos, marcando o início da missão da Igreja.
  • Comunhão: Relacionamento íntimo entre os cristãos, baseado no amor, no cuidado mútuo e na partilha de recursos.

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Metodologia Sugerida:
Proponha uma dinâmica em que os alunos reflitam sobre como podem viver em comunhão na igreja local. Divida-os em grupos para discutir ações práticas, como ajudar irmãos necessitados ou participar de projetos sociais.

Resumo Geral:
A Igreja Primitiva foi fundada por Jesus Cristo e capacitada pelo Espírito Santo para pregar o Evangelho e viver em comunhão. Apesar das perseguições e desafios, os cristãos demonstravam sua fé por meio de ações práticas de amor e cuidado mútuo, servindo como modelo para a Igreja de hoje.

  1. A Responsabilidade Social na Igreja Primitiva

Texto da Lição:
Na Jerusalém do século I, havia uma grande diversidade social, com pessoas de diferentes condições econômicas e sociais. O Evangelho alcançou pessoas de todas as camadas sociais, unindo-as em comunhão e fé. A Igreja Primitiva demonstrou responsabilidade social ao atender às necessidades dos mais vulneráveis, como viúvas, pobres e enfermos, por meio de doações voluntárias e administração justa dos recursos.

Explicação Pentecostal:
A responsabilidade social da Igreja Primitiva não era apenas uma resposta às necessidades humanas, mas uma expressão do amor de Deus e da obra do Espírito Santo. A comunhão entre os cristãos, capacitada pelo Espírito, transcendeu barreiras sociais e econômicas, promovendo igualdade e cuidado mútuo.

O Espírito Santo não apenas uniu os cristãos em fé, mas também os impulsionou a viver o amor de forma prática. Em Atos 2.44-45 e 4.32-35, vemos que os irmãos vendiam suas propriedades e compartilhavam os recursos para que ninguém passasse necessidade. Essa atitude não era uma imposição, mas uma demonstração espontânea de amor fraternal, fruto da transformação operada pelo Espírito Santo.

Além disso, a Igreja Primitiva enfrentou desafios internos relacionados à administração dos recursos, como o caso das viúvas gregas que estavam sendo negligenciadas (At 6.1). A solução encontrada pelos apóstolos foi nomear homens cheios do Espírito Santo para gerenciar essas demandas sociais. Essa decisão mostra que a responsabilidade social da Igreja deve ser organizada e guiada pela sabedoria divina, sem comprometer a pregação da Palavra.

A prática da responsabilidade social também fortaleceu o testemunho da Igreja. Ao atender às necessidades dos mais vulneráveis, os cristãos ganharam a simpatia do povo (At 2.47) e demonstraram que o Evangelho não é apenas uma mensagem de salvação espiritual, mas também de transformação social. Esse equilíbrio entre pregação e ação social é um exemplo para a Igreja contemporânea, que deve continuar sendo um instrumento de Deus para promover justiça, misericórdia e cuidado com o próximo.

Aplicação Prática:
A Igreja de hoje deve seguir o exemplo da Igreja Primitiva, promovendo ações sociais que atendam às necessidades da comunidade. Isso pode incluir projetos de assistência a famílias carentes, programas de apoio a viúvas e órfãos, e iniciativas de inclusão social. Cada cristão também pode contribuir individualmente, sendo generoso e sensível às necessidades ao seu redor.

Versículos Sugeridos:

  • Atos 2.44-45: “Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum.”
  • Levítico 19.9-10: “Não rebuscarás a tua vinha, nem colherás as uvas caídas; deixá-las-ás para o pobre.”
  • Mateus 5.7: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.”

Perguntas para Discussão:

  1. Por que a responsabilidade social era importante para a Igreja Primitiva?
    • Resposta possível: Porque refletia o amor de Deus e fortalecia o testemunho cristão, mostrando que o Evangelho transforma tanto a vida espiritual quanto a social.
  2. Como a Igreja pode equilibrar a pregação do Evangelho com a prática de boas obras?
    • Resposta possível: Organizando ações sociais de forma estratégica, sem comprometer o foco na Palavra de Deus, e buscando a direção do Espírito Santo.
  3. O que podemos aprender com a solução dos apóstolos para o problema das viúvas gregas?
    • Resposta possível: A importância de uma administração justa e organizada, com líderes comprometidos e cheios do Espírito Santo.

Definição de Termos:

  • Responsabilidade Social: Compromisso com o bem-estar da comunidade, promovendo justiça e cuidado com os mais vulneráveis.
  • Viúvas Gregas: Viúvas de origem não judaica que enfrentavam discriminação na distribuição de recursos na Igreja Primitiva.

Metodologia Sugerida:
Proponha uma atividade em grupo em que os alunos identifiquem necessidades sociais na comunidade local e elaborem um plano prático de ação que a igreja pode implementar.

Resumo Geral:
A Igreja Primitiva demonstrou responsabilidade social ao atender às necessidades dos mais vulneráveis, promovendo igualdade e cuidado mútuo. Essa prática, guiada pelo Espírito Santo, fortaleceu o testemunho cristão e mostrou que o Evangelho transforma tanto a vida espiritual quanto a social.

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  1. A Importância do Amor Fraternal

Texto da Lição:
O amor fraternal é uma característica essencial do verdadeiro cristão. Ele vai além de um sentimento, sendo demonstrado por atitudes práticas de cuidado, bondade e misericórdia. A Bíblia ensina que o amor ao próximo é um mandamento de Jesus Cristo e deve ser obedecido como uma expressão da nossa fé.

Explicação Pentecostal:
O amor fraternal é uma manifestação do fruto do Espírito Santo (Gl 5.22) e uma evidência do novo nascimento em Cristo. Para os cristãos pentecostais, o amor fraternal não é apenas uma virtude moral, mas uma ação capacitada pelo Espírito Santo, que transforma o coração do crente e o impulsiona a agir em favor do próximo.

No Novo Testamento, o amor fraternal é apresentado como um princípio que deve guiar a convivência entre os irmãos em Cristo (Rm 12.9-10). Esse amor não é baseado em emoções passageiras, mas em uma decisão consciente de querer o bem do outro. É o Espírito Santo quem nos capacita a viver esse amor, mesmo em situações difíceis ou com pessoas que pensamos não merecer.

A prática do amor fraternal também é um testemunho poderoso para o mundo. Jesus afirmou que o amor entre os discípulos seria a marca que identificaria os seus seguidores (Jo 13.35). Quando os cristãos vivem em unidade e demonstram cuidado mútuo, eles refletem o caráter de Deus e atraem outras pessoas para o Reino.

Além disso, o amor fraternal está diretamente ligado à responsabilidade social da Igreja. Quando amamos verdadeiramente, somos movidos a atender às necessidades do próximo, seja espiritual, emocional ou material. O apóstolo João foi enfático ao dizer que é impossível amar a Deus sem amar o irmão (1 Jo 4.20-21). Assim, o amor fraternal não é apenas uma recomendação, mas uma obediência direta ao mandamento de Jesus Cristo (Mt 22.39).

Aplicação Prática:
Devemos cultivar o amor fraternal em nossas igrejas e comunidades, buscando formas práticas de demonstrar cuidado e misericórdia. Isso pode incluir ajudar irmãos em necessidade, promover a reconciliação entre os membros da igreja e criar um ambiente de acolhimento e unidade. Além disso, o amor fraternal deve ser estendido a todas as pessoas, como um reflexo do amor de Deus em nossas vidas.

Versículos Sugeridos:

  • Romanos 12.10: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.”
  • 1 João 4.20-21: “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso.”
  • Hebreus 13.1: “Permaneça o amor fraternal.”

Perguntas para Discussão:

  1. O que significa amar o próximo na prática?
    • Resposta possível: Amar o próximo significa agir em favor dele, demonstrando cuidado, bondade e misericórdia, mesmo quando isso exige sacrifício.
  2. Por que o amor fraternal é essencial para a vida cristã?
    • Resposta possível: Porque ele reflete o caráter de Deus, fortalece a unidade da Igreja e é uma obediência ao mandamento de Jesus.
  3. Como o amor fraternal pode impactar o testemunho da Igreja?
    • Resposta possível: Quando os cristãos vivem em amor, eles demonstram o poder transformador do Evangelho e atraem outras pessoas para Cristo.

Definição de Termos:

  • Amor Fraternal: Amor entre irmãos na fé, baseado no cuidado mútuo, na misericórdia e na unidade em Cristo.
  • Mandamento do Amor: Ordem de Jesus para amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo (Mt 22.37-39).

Metodologia Sugerida:
Realize uma dinâmica em que os alunos escrevam ações práticas de amor fraternal que podem ser realizadas na igreja ou na comunidade. Depois, compartilhem as ideias em grupo e escolham uma ação para colocar em prática durante a semana.

Resumo Geral:
O amor fraternal é uma marca do verdadeiro cristão e deve ser demonstrado por atitudes práticas de cuidado e misericórdia. Ele reflete o caráter de Deus, fortalece a unidade da Igreja e é um testemunho poderoso para o mundo.

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  1. A Prática de Obras Sociais como Testemunho da Fé em Cristo

Texto da Lição:
O apóstolo Tiago enfatiza que a fé sem obras é morta (Tg 2.17). Ele ensina que o cristão não pode ignorar a necessidade de um irmão carente, pois palavras de conforto sem ações práticas não resolvem o problema. A prática de boas obras é uma demonstração concreta da fé em Cristo e reforça o testemunho cristão.

Explicação Pentecostal:
A teologia pentecostal destaca que a fé genuína é acompanhada por ações que refletem a transformação operada pelo Espírito Santo. O apóstolo Tiago nos ensina que a fé não é apenas uma crença intelectual ou uma declaração verbal, mas deve ser evidenciada por atitudes práticas de amor e misericórdia.

No contexto pentecostal, as boas obras não são vistas como um meio de salvação, mas como um fruto natural da fé viva. Quando o Espírito Santo transforma o coração do crente, ele é movido a agir em favor do próximo, especialmente daqueles que estão em necessidade. Essa ação é uma resposta ao amor de Deus e uma forma de glorificá-lo.

Tiago 2.15-16 nos apresenta um exemplo prático: se um irmão ou irmã está passando fome ou frio, não basta desejar-lhes paz ou conforto. É necessário agir para suprir suas necessidades. Essa atitude não é apenas uma demonstração de compaixão, mas também um testemunho poderoso da fé cristã.

Além disso, a prática de obras sociais está diretamente ligada à pregação do Evangelho. Quando a Igreja atende às necessidades sociais, ela demonstra o amor de Cristo de forma tangível, abrindo portas para que mais pessoas sejam alcançadas pela mensagem de salvação. O Espírito Santo capacita a Igreja a equilibrar a pregação da Palavra com ações práticas, mostrando que o Evangelho transforma tanto a vida espiritual quanto a social.

Aplicação Prática:
Devemos estar atentos às necessidades ao nosso redor e agir com generosidade e misericórdia. Isso pode incluir ajudar financeiramente, oferecer tempo e recursos, ou até mesmo criar projetos sociais que atendam às demandas da comunidade. A prática de boas obras não apenas ajuda o próximo, mas também fortalece o testemunho da Igreja, mostrando que a fé cristã é viva e transformadora.

Versículos Sugeridos:

  • Tiago 2.17: “Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.”
  • Mateus 25.40: “Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.”
  • Gálatas 6.10: “Façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé.”

Perguntas para Discussão:

  1. Por que Tiago afirma que a fé sem obras é morta?
    • Resposta possível: Porque a verdadeira fé se manifesta em ações práticas que refletem a transformação operada por Deus.
  2. Como as boas obras podem reforçar o testemunho cristão?
    • Resposta possível: Elas demonstram o amor de Cristo de forma prática, abrindo portas para a pregação do Evangelho.
  3. De que forma podemos equilibrar a pregação do Evangelho com a prática de boas obras?
    • Resposta possível: Buscando a direção do Espírito Santo para agir com sabedoria e atender às necessidades sem desviar o foco da Palavra.

Definição de Termos:

  • Fé Viva: Fé que se manifesta em ações práticas, evidenciando a transformação operada pelo Espírito Santo.
  • Obras Sociais: Ações práticas de cuidado e misericórdia que atendem às necessidades físicas, emocionais e espirituais do próximo.

Metodologia Sugerida:
Organize uma atividade em que os alunos identifiquem exemplos de boas obras realizadas por cristãos ou igrejas. Depois, discutam como essas ações impactaram a comunidade e reforçaram o testemunho cristão.

Resumo Geral:
A prática de boas obras é uma demonstração concreta da fé em Cristo. Tiago nos ensina que a fé sem ações é morta, e que atender às necessidades do próximo é uma forma de glorificar a Deus e fortalecer o testemunho da Igreja.

Conclusão

Texto da Lição:
A preocupação com os necessitados é uma pauta bíblica que atravessa tanto o Antigo quanto o Novo Testamento. A Igreja Primitiva demonstrou que pregar o Evangelho e atender às necessidades sociais são ações que caminham juntas, motivadas pelo amor fraternal.

Resumo:
A lição nos ensina que a fé em Cristo deve ser acompanhada de atitudes práticas de bondade e misericórdia. O amor fraternal é a base para a responsabilidade social da Igreja, e a prática de boas obras é uma forma de glorificar a Deus e fortalecer o testemunho cristão. Assim como a Igreja Primitiva, devemos viver em comunhão, ajudando uns aos outros e promovendo a justiça social.

Explicação Pentecostal:
A teologia pentecostal enfatiza que o amor fraternal e a prática de boas obras são frutos da ação do Espírito Santo na vida do cristão. O Espírito Santo nos capacita a viver de forma que nossa fé seja visível por meio de ações concretas. A Igreja Primitiva é um exemplo claro disso: cheia do Espírito, ela não apenas pregava o Evangelho, mas também atendia às necessidades dos mais vulneráveis, demonstrando o amor de Deus de forma prática.

Essa lição nos lembra que o cuidado com os necessitados não é apenas uma questão de responsabilidade social, mas uma obediência direta ao mandamento de Jesus Cristo de amar ao próximo (Mt 22.39). O Espírito Santo nos dá sensibilidade para enxergar as necessidades ao nosso redor e nos impulsiona a agir com generosidade e compaixão.

Além disso, a prática de boas obras fortalece o testemunho da Igreja, mostrando ao mundo que o Evangelho transforma vidas e promove justiça e misericórdia. Quando a Igreja vive em amor e unidade, ela reflete o caráter de Deus e atrai mais pessoas para o Reino.

Aplicação Prática:
Devemos aplicar os ensinamentos desta lição em nossa vida cotidiana, sendo sensíveis às necessidades das pessoas ao nosso redor e agindo com generosidade e compaixão. Isso pode incluir ajudar financeiramente, oferecer apoio emocional ou participar de projetos sociais da igreja. A prática do amor fraternal é uma forma de demonstrar nossa fé em Cristo e glorificar a Deus.

Versículos Sugeridos:

  • Tiago 2.17: “Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.”
  • Mateus 22.39: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”
  • Gálatas 6.10: “Façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé.”

Sugestão de Hino:
Hino 304 da Harpa Cristã — “Mais perto quero estar”
Este hino nos inspira a buscar uma comunhão mais profunda com Deus, que nos capacita a viver em amor e misericórdia.

Metodologia:
Conclua a aula com uma oração em grupo, pedindo a Deus que nos dê sensibilidade para perceber as necessidades ao nosso redor e coragem para agir com amor e generosidade. Proponha também uma dinâmica em que os alunos compartilhem uma ação prática que podem realizar durante a semana para ajudar alguém em necessidade.

TEXTO EXTRA

A missão social da Igreja é um reflexo do amor de Deus em ação. Jesus não apenas pregou o Evangelho, mas também cuidou das necessidades das pessoas, alimentando os famintos, curando os enfermos e acolhendo os marginalizados. A Igreja, como corpo de Cristo, tem a responsabilidade de continuar essa missão, ajudando os necessitados e promovendo a justiça social.

Quando a Igreja se envolve em ações sociais, ela demonstra o amor de Deus de forma prática, mostrando ao mundo que o Evangelho não é apenas palavras, mas também atitudes. Isso inclui cuidar dos pobres, visitar os enfermos, apoiar os que sofrem e lutar contra as injustiças. A missão social não é algo separado do Evangelho, mas parte integrante dele, pois o amor ao próximo é um dos maiores mandamentos de Jesus (Mt 22.39).

A Igreja é chamada a ser luz e sal na sociedade, influenciando o mundo com os valores do Reino de Deus. Quando ajudamos os outros, estamos mostrando o caráter de Cristo e abrindo portas para que mais pessoas conheçam o amor de Deus. Portanto, a missão social não é apenas uma opção, mas uma responsabilidade de todos os cristãos.

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