EBD “A Obra do Filho”/Lição 07 Adultos

EBD “Espírito Santo – O Capacitador”/Lição 10 Adultos

CANAL DESCOMPLICANDO A TEOLOGIA

  1. JEOVANE SANTOS.

COMENTADA: LIÇÃO 7 ADULTOS:A Obra do Filho”.

Perguntas para Discussão:

  1. O que a humilhação de Cristo nos ensina sobre o caráter de Deus?
    • Possível resposta: Ensina que Deus é amoroso, humilde e disposto a sacrificar-se para salvar a humanidade.
  2. Por que a obra redentora de Cristo é central para a fé cristã?
    • Possível resposta: Porque ela é o fundamento da nossa salvação, garantindo o perdão dos pecados e a reconciliação com Deus.
  3. Como a exaltação de Cristo impacta nossa adoração e obediência?
    • Possível resposta: Ela nos lembra que Jesus é digno de toda adoração e que devemos viver submissos à Sua autoridade.

Texto Áureo:

“Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome.” (Fp 2.9)

Breve Explicação:
Este versículo destaca o resultado da obediência e humilhação de Cristo: Sua exaltação gloriosa. Ele recebeu o nome acima de todo nome, indicando Sua autoridade suprema e Sua dignidade como Senhor de toda a criação.

Verdade Prática:

“A humilhação voluntária de Cristo, sua obra redentora e sua exaltação gloriosa revelam que somente Ele é digno de toda adoração e obediência.”

Breve Explicação:
Essa verdade nos desafia a seguir o exemplo de Cristo em humildade, a confiar em Sua obra redentora e a viver em submissão à Sua autoridade como Senhor exaltado.

Explicação Pentecostal:

A obra de Cristo é o centro da fé pentecostal, pois revela o plano redentor de Deus em sua totalidade. Jesus, sendo Deus, humilhou-se ao assumir a forma humana e viver entre nós. Essa humilhação culminou em Sua morte na cruz, onde Ele pagou o preço pelos nossos pecados.

A teologia pentecostal enfatiza que a humilhação de Cristo não foi uma perda de Sua divindade, mas uma demonstração de Seu amor e obediência ao Pai. Ele voluntariamente abriu mão de Sua glória celestial para cumprir a missão de salvar a humanidade.

A obra redentora de Cristo é única e completa. Como o Sumo Sacerdote perfeito, Ele ofereceu a Si mesmo como sacrifício pelos pecados, anulando a necessidade de sacrifícios repetidos (Hb 9.24-26). Sua ressurreição e ascensão ao céu garantem que Ele continua intercedendo por nós diante do Pai.

Finalmente, a exaltação de Cristo é a prova de Sua vitória sobre o pecado, a morte e o diabo. Ele foi elevado à posição de autoridade suprema, e todo joelho se dobrará diante dEle. Para os pentecostais, isso nos chama a uma vida de adoração fervorosa, submissão total e proclamação do evangelho, anunciando que Jesus Cristo é Senhor.

Aplicação Prática:

  • Siga o exemplo de humildade de Cristo, vivendo em submissão à vontade de Deus.
  • Confie na obra redentora de Cristo, sabendo que Ele pagou o preço completo pelos seus pecados.
  • Adore e proclame a Jesus como Senhor exaltado, vivendo para glorificá-Lo em todas as áreas da sua vida.

Versículos Sugeridos:

  • Filipenses 2.5-11: A humilhação e exaltação de Cristo.
  • Hebreus 9.24-28: Cristo como o Sumo Sacerdote que ofereceu a Si mesmo pelos pecados.
  • João 17.5: Jesus renunciou Sua glória celestial para cumprir a missão redentora.
  • Hebreus 12.2: Cristo está glorificado à direita do Pai.

Sugestão de Hino:

Hino da Harpa Cristã nº 196“Porque Ele Vive”
Razão da escolha: Este hino celebra a obra redentora de Cristo e Sua vitória sobre a morte, que nos dá esperança e segurança.

Metodologia Sugerida:

  • Dinâmica: Peça aos alunos que reflitam sobre os três aspectos da obra de Cristo (humilhação, redenção e exaltação) e compartilhem como cada um deles impacta sua vida cristã. Finalize com uma oração de gratidão pela obra completa de Jesus.

Resumo Geral:

A obra de Cristo abrange Sua humilhação, redenção e exaltação. Ele renunciou à Sua glória celestial para assumir a forma humana, morreu pelos nossos pecados e foi exaltado soberanamente. Como crentes, somos chamados a seguir Seu exemplo de humildade, confiar em Sua obra redentora e viver para glorificá-Lo como Senhor.

I – A Humilhação Voluntária do Filho

  1. A Submissão de Cristo

Texto da Lição:

Paulo exorta os filipenses a terem o mesmo sentimento de Cristo: “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Fp 2.5). O termo grego phroneõ significa “modo de pensar” ou “disposição mental”. Assim, os crentes são chamados a imitar a mente de Cristo, que é moldada pela humildade, amor e obediência (Jo 13.15).

Explicação Pentecostal:

A submissão de Cristo é um exemplo perfeito de humildade e obediência à vontade de Deus. Ele não buscou Seus próprios interesses, mas se preocupou com o bem-estar dos outros (Fp 2.4). Para os pentecostais, essa submissão é um chamado à santidade prática, pois somos desafiados a viver como Cristo viveu (1 Jo 2.6).

Imitar a mente de Cristo significa renunciar ao egoísmo, ao orgulho e à busca por glória pessoal. Jesus nos ensinou, por meio de Seu exemplo, que a verdadeira grandeza está em servir (Mt 20.28). Ele lavou os pés dos discípulos (Jo 13.15), demonstrando que a humildade é essencial para aqueles que desejam seguir Seus passos.

Essa submissão também está ligada à transformação da mente (Rm 12.2). Para os pentecostais, a renovação da mente ocorre por meio da ação do Espírito Santo, que nos capacita a pensar e agir como Cristo. Essa transformação nos leva a viver para a glória de Deus, buscando o bem do próximo e rejeitando o egoísmo.

Aplicação Prática:

  • Busque ter a mente de Cristo, permitindo que o Espírito Santo molde sua forma de pensar e agir.
  • Renuncie ao egoísmo e ao orgulho, vivendo para servir e glorificar a Deus.
  • Siga o exemplo de Cristo em humildade, amando e cuidando do próximo.

Versículos Sugeridos:

  • Filipenses 2.5: Tenha o mesmo sentimento que houve em Cristo.
  • João 13.15: Jesus nos deu o exemplo de humildade ao lavar os pés dos discípulos.
  • Romanos 12.2: Seja transformado pela renovação da mente.
  • Mateus 11.29: Jesus nos convida a aprender dEle, que é manso e humilde de coração.

Perguntas para Discussão:

  1. O que significa ter a mente de Cristo?
    • Possível resposta: Significa pensar e agir como Jesus, com humildade, amor e obediência à vontade de Deus.
  2. Como podemos imitar a submissão de Cristo em nosso dia a dia?
    • Possível resposta: Renunciando ao egoísmo, servindo ao próximo e buscando glorificar a Deus em todas as nossas ações.
  3. Por que a humildade é essencial para a vida cristã?
    • Possível resposta: Porque Jesus nos deu o exemplo de humildade, e a humildade nos aproxima de Deus e do próximo.

Definição de Termos:

  • Phroneõ: Palavra grega que significa “modo de pensar” ou “disposição mental”.
  • Submissão: Ato de se submeter à vontade de Deus, colocando os interesses dEle e do próximo acima dos próprios.

Metodologia Sugerida:

  • Dinâmica: Peça aos alunos que reflitam sobre áreas de suas vidas onde precisam demonstrar mais humildade e submissão à vontade de Deus. Finalize com uma oração pedindo ao Espírito Santo que os ajude a ter a mente de Cristo.

Resumo Geral:

A submissão de Cristo é um exemplo perfeito de humildade, amor e obediência. Ele nos chama a imitar Sua mente, renunciando ao egoísmo e vivendo para glorificar a Deus e servir ao próximo.

  1. O Esvaziamento de Sua Glória

Texto da Lição:

“Sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus” (Fp 2.6). Jesus, sendo Deus, abriu mão de Seus direitos e privilégios divinos, não de Sua divindade. Ele “aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo” (Fp 2.7), esvaziando-se voluntariamente (kénosis) e assumindo a natureza humana.

Explicação Pentecostal:

O esvaziamento de Cristo (kénosis) é uma das maiores demonstrações de humildade e amor na história da redenção. Jesus, sendo Deus, não considerou Sua igualdade com o Pai como algo a ser usado em benefício próprio. Em contraste com o primeiro Adão, que desejou ser “como Deus” (Gn 3.5), Jesus, o segundo Adão, renunciou à Sua glória celestial para salvar a humanidade (1 Co 15.45).

Para os pentecostais, o esvaziamento de Cristo não significa que Ele deixou de ser Deus, mas que Ele abriu mão de Sua glória e de Seus privilégios divinos. Ele assumiu a forma de servo, vivendo como um homem comum e experimentando as limitações da humanidade, sem jamais pecar (Hb 4.15).

Essa renúncia é confirmada em João 17.5, onde Jesus ora ao Pai pedindo que Sua glória eterna seja restaurada após cumprir Sua missão na terra. O esvaziamento de Cristo é um exemplo de abnegação e entrega total à vontade de Deus. Ele nos ensina que a verdadeira grandeza está em servir e que devemos estar dispostos a renunciar a nós mesmos para cumprir o propósito de Deus em nossas vidas.

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Aplicação Prática:

  • Siga o exemplo de Cristo, renunciando ao orgulho e vivendo para servir a Deus e ao próximo.
  • Reconheça que Jesus, mesmo sendo Deus, escolheu se humilhar por amor a nós, e viva em gratidão por Sua obra.
  • Busque viver uma vida de abnegação, colocando os interesses de Deus e do próximo acima dos seus.

Versículos Sugeridos:

  • Filipenses 2.6-7: Jesus esvaziou-se e tomou a forma de servo.
  • João 17.5: Jesus renunciou Sua glória celestial para cumprir Sua missão.
  • Hebreus 4.15: Jesus assumiu a natureza humana, mas sem pecado.
  • 1 Coríntios 15.45: Jesus é o segundo Adão, que trouxe vida à humanidade.

Perguntas para Discussão:

  1. O que significa o esvaziamento de Cristo?
    • Possível resposta: Significa que Jesus abriu mão de Seus privilégios divinos, mas não de Sua divindade, assumindo a forma humana para cumprir a vontade de Deus.
  2. Como o esvaziamento de Cristo contrasta com a atitude do primeiro Adão?
    • Possível resposta: Enquanto Adão desejou ser “como Deus”, Jesus, sendo Deus, escolheu se humilhar e servir à humanidade.
  3. De que forma o esvaziamento de Cristo nos inspira a viver?
    • Possível resposta: Ele nos ensina a renunciar ao orgulho e ao egoísmo, vivendo em humildade e serviço ao próximo.

Definição de Termos:

  • Kénosis: Palavra grega que significa “esvaziamento”. Refere-se à renúncia voluntária de Cristo à Sua glória celestial para assumir a forma humana.
  • Forma de Servo: Refere-se à natureza humana assumida por Cristo, marcada pela humildade e obediência.

Metodologia Sugerida:

  • Dinâmica: Peça aos alunos que escrevam em um papel algo que precisam “esvaziar” em suas vidas (orgulho, egoísmo, etc.) para seguir o exemplo de Cristo. Depois, ore com eles pedindo força para viver em humildade e serviço.

Resumo Geral:

O esvaziamento de Cristo é uma demonstração de Sua humildade e amor. Ele, sendo Deus, abriu mão de Sua glória celestial para assumir a forma humana e servir à humanidade. Esse exemplo nos desafia a viver em humildade, abnegação e serviço ao próximo.

  1. Obediência Sacrificial até à Cruz

Texto da Lição:

“Na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2.8). A obediência de Cristo foi completa, desde a encarnação até o sacrifício no Calvário. Ele desceu à condição mais humilde e morreu como servo, em favor dos pecadores, submetendo-se à humilhação da cruz (Hb 12.2).

Explicação Pentecostal:

A obediência de Cristo é o ponto culminante de Sua humilhação e o fundamento da obra redentora. Ele não apenas assumiu a forma humana, mas foi até o extremo da obediência, entregando-Se à morte na cruz. Para os pentecostais, isso não é apenas uma demonstração de amor, mas também um exemplo de submissão total à vontade de Deus.

A cruz era o símbolo máximo de humilhação e sofrimento no mundo antigo. No entanto, Cristo, o Filho de Deus, escolheu esse caminho para cumprir o plano do Pai e salvar a humanidade. Essa obediência sacrificial contrasta com a desobediência do primeiro Adão, que trouxe condenação e morte ao mundo (Rm 5.19). Enquanto Adão buscou sua própria vontade, Cristo submeteu-Se completamente à vontade do Pai, trazendo justiça e vida eterna.

A teologia pentecostal enfatiza que a obediência de Cristo é a base da nossa salvação. Não somos salvos por nossos méritos ou obras, mas pela graça de Deus, manifestada na obediência perfeita de Jesus (Ef 2.8-9). Essa obediência não foi apenas um ato isolado, mas um estilo de vida que culminou no sacrifício supremo.

Além disso, a obediência de Cristo nos chama a seguir Seu exemplo. Assim como Ele obedeceu ao Pai, somos desafiados a viver em submissão à vontade de Deus, oferecendo nossas vidas como sacrifício vivo (Rm 12.1). A obediência não é apenas um dever, mas uma expressão de amor e gratidão por tudo o que Cristo fez por nós.

Aplicação Prática:

  • Reconheça que sua salvação é resultado da obediência perfeita de Cristo, e viva em gratidão por Sua obra redentora.
  • Siga o exemplo de Cristo, submetendo-se à vontade de Deus, mesmo quando isso exigir sacrifício.
  • Rejeite a confiança em seus próprios méritos e dependa completamente da graça de Deus para a salvação.

Versículos Sugeridos:

  • Filipenses 2.8: Cristo foi obediente até à morte e morte de cruz.
  • Hebreus 12.2: Jesus suportou a cruz por amor, desprezando a vergonha.
  • Romanos 5.19: Pela obediência de Cristo, muitos foram feitos justos.
  • João 6.38: Jesus veio para fazer a vontade do Pai.
  • Efésios 2.8-9: A salvação é pela graça, e não por obras.
  • Romanos 12.1: Ofereça sua vida como sacrifício vivo, em obediência a Deus.

Perguntas para Discussão:

  1. Por que a obediência de Cristo é essencial para a nossa salvação?
    • Possível resposta: Porque foi por meio de Sua obediência perfeita que Ele cumpriu o plano de Deus e pagou o preço pelos nossos pecados.
  2. Como a obediência de Cristo contrasta com a desobediência de Adão?
    • Possível resposta: Adão desobedeceu a Deus, trazendo condenação e morte, enquanto Cristo obedeceu plenamente, trazendo justiça e vida eterna.
  3. De que forma podemos imitar a obediência de Cristo em nossa vida?
    • Possível resposta: Submetendo-nos à vontade de Deus, mesmo quando isso exigir sacrifício, e vivendo para glorificar a Ele em tudo o que fazemos.

Definição de Termos:

  • Obediência Sacrificial: A submissão total à vontade de Deus, mesmo quando isso exige sofrimento ou renúncia.
  • Calvário: O lugar onde Jesus foi crucificado, simbolizando o sacrifício supremo por nossos pecados.
  • Graça: O favor imerecido de Deus, que nos salva por meio da obra de Cristo, e não por nossos próprios méritos.

Metodologia Sugerida:

  • Dinâmica: Peça aos alunos que reflitam sobre áreas de suas vidas onde precisam obedecer mais à vontade de Deus. Depois, conduza uma oração pedindo força e coragem para seguir o exemplo de Cristo em obediência.

Resumo Geral:

A obediência de Cristo foi completa, desde Sua encarnação até o sacrifício na cruz. Ele escolheu o caminho da humilhação e do sofrimento para cumprir a vontade do Pai e salvar a humanidade. Essa obediência é a base da nossa salvação e nos desafia a viver em submissão à vontade de Deus, oferecendo nossas vidas como sacrifício vivo.

II – A Obra Redentora do Filho

  1. A Ineficácia do Sacerdócio Levítico

Texto da Lição:

O sacerdócio levítico, instituído na Antiga Aliança, era limitado e imperfeito. O sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos uma vez por ano, no Dia da Expiação (Yom Kippur), levando sangue de animais para fazer propiciação pelos pecados do povo e pelos seus próprios (Lv 16.11-15). Esse sacrifício precisava ser repetido anualmente porque não era suficiente para remover o pecado (Hb 9.25).

Cristo, porém, é o real e eterno Sumo Sacerdote (Hb 2.17). Enquanto o santuário terreno era apenas uma sombra, Cristo entrou no verdadeiro santuário celestial, intercedendo por nós diante do Pai (Hb 8.1-2). Sua entrada única no santuário celestial, com Seu próprio sangue, assegura uma eterna redenção (Hb 9.12). Por ser imperfeito, o sacerdócio levítico foi substituído por um sacerdócio superior: o sacerdócio de Cristo (Hb 7.23-24).

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Explicação Pentecostal:

O sacerdócio levítico era apenas uma figura do que Cristo realizaria de forma perfeita e eterna. Os sacrifícios de animais, oferecidos continuamente, não podiam remover o pecado, mas apenas cobri-lo temporariamente. Eles apontavam para a necessidade de um sacrifício superior, que seria realizado por Cristo.

Jesus é o Sumo Sacerdote perfeito, que não precisa oferecer sacrifícios por Si mesmo, pois é sem pecado (Hb 7.26-27). Ele não entrou em um santuário feito por mãos humanas, mas no próprio céu, apresentando Seu sangue diante do Pai como pagamento definitivo pelos nossos pecados.

Para os pentecostais, essa verdade é motivo de adoração e segurança. A obra de Cristo é suficiente para nos garantir acesso à presença de Deus. O véu que separava o homem de Deus foi rasgado (Mt 27.51), e agora temos livre acesso ao Pai por meio de Jesus.

O sacerdócio de Cristo também nos lembra que Ele continua intercedendo por nós (Hb 7.25). Isso nos dá confiança de que, mesmo em nossas fraquezas, temos um Mediador que está continuamente diante de Deus em nosso favor.

Aplicação Prática:

  • Reconheça que o sacerdócio de Cristo é perfeito e eterno, garantindo nossa redenção e acesso à presença de Deus.
  • Confie na intercessão contínua de Jesus, sabendo que Ele está diante do Pai por você.
  • Adore a Deus com gratidão pela obra completa de Cristo, que substituiu o sistema imperfeito da Antiga Aliança.

Versículos Sugeridos:

  • Hebreus 9.12: Cristo entrou no santuário celestial com Seu próprio sangue, garantindo eterna redenção.
  • Hebreus 7.23-24: O sacerdócio de Cristo é superior e eterno.
  • Hebreus 8.1-2: Jesus é o Sumo Sacerdote que ministra no verdadeiro santuário celestial.
  • Mateus 27.51: O véu do templo foi rasgado, simbolizando o acesso à presença de Deus.

Perguntas para Discussão:

  1. Por que o sacerdócio levítico era ineficaz para remover o pecado?
    • Possível resposta: Porque os sacrifícios de animais apenas cobriam temporariamente o pecado, mas não podiam removê-lo de forma definitiva.
  2. O que torna o sacerdócio de Cristo superior ao sacerdócio levítico?
    • Possível resposta: Cristo é sem pecado, ofereceu um sacrifício único e entrou no santuário celestial, garantindo eterna redenção.
  3. Como o sacerdócio de Cristo impacta sua vida cristã?
    • Possível resposta: Ele me dá segurança de que tenho acesso à presença de Deus e que Jesus intercede continuamente por mim.

Definição de Termos:

  • Yom Kippur: Dia da Expiação, o dia mais sagrado do calendário judaico, quando o sumo sacerdote fazia propiciação pelos pecados do povo.
  • Propiciação: O ato de satisfazer a justiça de Deus por meio de um sacrifício, removendo a culpa do pecado.
  • Santuário Celestial: O verdadeiro lugar de habitação de Deus, onde Cristo apresentou Seu sacrifício em nosso favor.

Metodologia Sugerida:

  • Dinâmica: Peça aos alunos que reflitam sobre o significado do véu rasgado no templo e como isso simboliza o acesso à presença de Deus. Finalize com uma oração de gratidão pelo sacerdócio perfeito de Cristo.

Resumo Geral:

O sacerdócio levítico era imperfeito e temporário, apontando para a necessidade de um sacerdócio superior. Cristo, como o Sumo Sacerdote perfeito, entrou no santuário celestial com Seu próprio sangue, garantindo eterna redenção e acesso à presença de Deus.

  1. O Sacrifício Único e Suficiente

Texto da Lição:

Na Antiga Aliança, sacrifícios eram oferecidos continuamente porque eram ineficazes para remover o pecado (Hb 10.1-4). Em contraste, o sacrifício de Jesus foi único, completo e suficiente: “assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos” (Hb 9.28a).

A expressão “uma vez” (gr. hápax) indica que o sacrifício de Cristo não precisa ser repetido, pois é perfeito e eterno (Hb 10.10). Ao morrer, Jesus rasgou o véu que separava o homem da presença de Deus (Mt 27.51). Não há outro meio de salvação, nenhuma outra oferta ou nome pelo qual possamos ser salvos (At 4.12).

Explicação Pentecostal:

O sacrifício de Cristo é a base da nossa salvação. Diferente dos sacrifícios da Antiga Aliança, que eram repetidos continuamente, a morte de Jesus foi definitiva e suficiente. Ele declarou na cruz: “Está consumado” (Jo 19.30), indicando que a obra de redenção foi completamente realizada.

Para os pentecostais, essa verdade é central. Não precisamos de rituais ou méritos humanos para alcançar a salvação, pois ela é um presente gratuito de Deus, alcançado pela fé na obra consumada de Cristo (Ef 2.8-9).

O sacrifício de Jesus também nos dá acesso direto à presença de Deus. O véu rasgado no templo simboliza que o caminho para o Pai foi aberto. Agora, podemos nos aproximar de Deus com confiança, sabendo que nossos pecados foram perdoados e que somos aceitos por meio de Cristo.

Além disso, o sacrifício de Cristo é um lembrete de que não há outro meio de salvação. Ele é o único caminho para Deus (Jo 14.6), e nenhum outro sacrifício ou nome pode nos salvar (At 4.12). Isso nos desafia a proclamar essa verdade ao mundo, anunciando que Jesus é suficiente e que Sua obra é perfeita.

Aplicação Prática:

  • Confie na obra consumada de Cristo, sabendo que ela é suficiente para sua salvação.
  • Rejeite qualquer tentativa de alcançar a salvação por méritos próprios, descansando na graça de Deus.
  • Proclame que Jesus é o único caminho para Deus, compartilhando o evangelho com aqueles que ainda não O conhecem.

Versículos Sugeridos:

  • Hebreus 9.28: Cristo ofereceu-Se uma vez para tirar os pecados de muitos.
  • João 19.30: Jesus declarou: “Está consumado”.
  • Hebreus 10.10: O sacrifício de Cristo é perfeito e eterno.
  • Mateus 27.51: O véu do templo foi rasgado, simbolizando o acesso à presença de Deus.
  • Atos 4.12: Não há outro nome pelo qual devamos ser salvos.

Perguntas para Discussão:

  1. Por que o sacrifício de Cristo é único e suficiente?
    • Possível resposta: Porque Ele ofereceu-Se uma vez por todas, realizando uma obra perfeita e eterna.
  2. O que significa a declaração de Jesus: “Está consumado”?
    • Possível resposta: Significa que a obra de redenção foi completamente realizada, e não há mais necessidade de outros sacrifícios.
  3. Como o sacrifício de Cristo impacta sua vida cristã?
    • Possível resposta: Ele me dá segurança de que meus pecados foram perdoados e que tenho acesso à presença de Deus.

Definição de Termos:

  • Hápax: Palavra grega que significa “uma vez”, indicando a singularidade e suficiência do sacrifício de Cristo.
  • Está Consumado: Declaração de Jesus na cruz, indicando que a obra de redenção foi completamente realizada.
  • Véu Rasgado: Simboliza o acesso direto à presença de Deus, garantido pelo sacrifício de Cristo.

Metodologia Sugerida:

  • Dinâmica: Peça aos alunos que compartilhem como a obra consumada de Cristo impacta suas vidas. Finalize com uma oração de gratidão pelo sacrifício único e suficiente de Jesus.

Resumo Geral:

O sacrifício de Cristo é único, completo e suficiente. Ele realizou o que os sacrifícios da Antiga Aliança não podiam fazer: remover o pecado de forma definitiva. Sua obra consumada nos dá acesso à presença de Deus e nos desafia a proclamar que Jesus é o único caminho para a salvação.

  1. A Substituição Vicária

Texto da Lição:

A substituição vicária é o ato de Cristo morrer em nosso lugar, assumindo a penalidade que nos era destinada. A palavra “vicária” vem do latim vicarius, que significa “em lugar de outro”. Essa doutrina está diretamente ligada à justiça divina, pois o pecado não pode ser ignorado e precisa ser punido (Rm 3.26; 5.21).

Deus, em Seu amor e justiça, não poupou Seu próprio Filho, mas O entregou para morrer em nosso lugar (Rm 8.32). No sistema sacrificial da Lei, os animais oferecidos simbolizavam essa substituição, mas não podiam remover o pecado (Hb 10.4). Em Cristo, o Cordeiro de Deus, a substituição é perfeita e definitiva: “na consumação dos séculos, uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo” (Hb 9.26b).

Explicação Pentecostal:

A substituição vicária é o coração da obra redentora de Cristo. Ele tomou sobre Si o castigo que nós merecíamos, satisfazendo a justiça de Deus e nos reconciliando com o Pai. Para os pentecostais, essa verdade é motivo de profunda gratidão e adoração, pois revela o amor incomparável de Deus por nós.

No sistema sacrificial da Lei, os animais oferecidos eram apenas sombras do sacrifício perfeito de Cristo. Esses sacrifícios não podiam remover o pecado, mas apontavam para o Cordeiro de Deus, que tiraria o pecado do mundo (Jo 1.29). Jesus, sendo sem pecado, tornou-Se o sacrifício perfeito e definitivo, oferecendo-Se uma vez por todas para aniquilar o pecado (Hb 9.26).

A substituição vicária também destaca a seriedade do pecado e a santidade de Deus. O pecado não pode ser ignorado ou tolerado; ele exige punição. No entanto, em Seu amor, Deus providenciou um substituto: Jesus Cristo. Ele foi ferido por nossas transgressões e esmagado por nossas iniquidades (Is 53.5).

Essa verdade nos desafia a viver para Cristo, que morreu por nós. Como Paulo declara: “E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Co 5.15). A substituição vicária nos chama a uma vida de adoração, gratidão e santidade, reconhecendo o preço que foi pago por nossa redenção.

Aplicação Prática:

  • Reconheça que Cristo tomou o seu lugar na cruz, assumindo a penalidade que você merecia.
  • Viva em gratidão e adoração, dedicando sua vida Àquele que morreu por você.
  • Rejeite o pecado, lembrando-se do alto preço que foi pago por sua redenção.

Versículos Sugeridos:

  • Romanos 3.26: Deus é justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.
  • Romanos 8.32: Deus não poupou Seu próprio Filho, mas O entregou por nós.
  • Hebreus 9.26: Cristo manifestou-Se para aniquilar o pecado pelo sacrifício de Si mesmo.
  • Isaías 53.5: Ele foi ferido por nossas transgressões e esmagado por nossas iniquidades.
  • 2 Coríntios 5.15: Cristo morreu por todos, para que vivamos para Ele.

Perguntas para Discussão:

  1. O que significa a substituição vicária?
    • Possível resposta: Significa que Cristo tomou o nosso lugar, assumindo a penalidade que nos era destinada, para satisfazer a justiça de Deus e nos reconciliar com Ele.
  2. Como o sistema sacrificial da Lei apontava para a obra de Cristo?
    • Possível resposta: Os sacrifícios de animais simbolizavam a substituição, mas eram imperfeitos e temporários, apontando para o sacrifício perfeito e definitivo de Jesus.
  3. De que forma a substituição vicária impacta sua vida cristã?
    • Possível resposta: Ela me lembra do alto preço pago por minha salvação, me levando a viver em gratidão, santidade e dedicação a Cristo.

Definição de Termos:

  • Substituição Vicária: Doutrina que ensina que Cristo morreu em nosso lugar, assumindo a penalidade que nos era destinada.
  • Cordeiro de Deus: Título de Jesus que destaca Sua obra como o sacrifício perfeito pelos pecados da humanidade.
  • Justiça Divina: O atributo de Deus que exige que o pecado seja punido, mas que também providenciou um substituto em Cristo.

Metodologia Sugerida:

  • Dinâmica: Peça aos alunos que escrevam em um papel algo pelo qual são gratos a Cristo em relação à Sua obra redentora. Depois, conduza uma oração de gratidão, reconhecendo o sacrifício vicário de Jesus.

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Resumo Geral:

A substituição vicária é o fundamento da obra redentora de Cristo. Ele tomou o nosso lugar na cruz, assumindo a penalidade que nos era destinada e satisfazendo a justiça de Deus. Essa verdade nos desafia a viver em gratidão, adoração e santidade, dedicando nossas vidas Àquele que morreu por nós.

III – A Exaltação Gloriosa do Filho

  1. Recebido à Destra do Pai

Texto da Lição:

Após Sua humilhação voluntária, Cristo foi exaltado soberanamente e entronizado nos céus com glória eterna: “Pelo que também Deus o exaltou soberanamente” (Fp 2.9a). A exaltação de Cristo está diretamente ligada à Sua obediência perfeita (Fp 2.8). O verbo grego hyperypsõsen significa uma elevação acima de toda medida.

Cristo não apenas venceu a morte, mas foi exaltado à posição suprema no Universo, ocupando o lugar de honra à destra do Pai — um símbolo de autoridade, glória e soberania (Hb 1.3). Estar assentado à destra de Deus expressa o reconhecimento divino da obra completa do Filho (Jo 17.4-5). Ele não apenas voltou ao céu, mas assentou-Se no trono (Ap 3.21).

Essa exaltação gloriosa garante nosso acesso à presença de Deus, pois Cristo intercede por nós (Rm 8.34) e reina como Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19.16).

Explicação Pentecostal:

A exaltação de Cristo é o clímax de Sua obra redentora. Ele, que se humilhou até à morte de cruz, foi elevado à posição mais alta no céu e na terra. Para os pentecostais, essa exaltação é motivo de adoração e celebração, pois demonstra que Jesus é o Senhor soberano sobre todas as coisas.

Estar à destra do Pai significa que Cristo possui autoridade absoluta e que Sua obra foi plenamente aceita por Deus. Ele reina soberanamente, intercede por nós e nos garante acesso à presença de Deus. Essa posição de honra também nos dá segurança de que Jesus está no controle de todas as coisas, mesmo em meio às dificuldades da vida.

Além disso, a exaltação de Cristo nos lembra que Ele é digno de toda adoração e obediência. Como Rei dos reis, Ele governa com justiça e poder, e um dia todo joelho se dobrará diante dEle (Fp 2.10).

Aplicação Prática:

  • Reconheça a soberania de Cristo, adorando-O como Senhor exaltado e Rei dos reis.
  • Confie na intercessão de Jesus, sabendo que Ele está à destra do Pai, intercedendo por você.
  • Viva em submissão à autoridade de Cristo, obedecendo à Sua Palavra e proclamando Seu reino.

Versículos Sugeridos:

  • Filipenses 2.9: Deus exaltou Cristo soberanamente.
  • Hebreus 1.3: Cristo está assentado à destra do Pai, sustentando todas as coisas.
  • João 17.4-5: Jesus completou a obra que o Pai Lhe confiou e voltou à glória celestial.
  • Romanos 8.34: Cristo intercede por nós à destra de Deus.
  • Apocalipse 19.16: Jesus é o Rei dos reis e Senhor dos senhores.

Perguntas para Discussão:

  1. O que significa Cristo estar à destra do Pai?
    • Possível resposta: Significa que Ele ocupa a posição de maior autoridade, glória e soberania no Universo.
  2. Como a exaltação de Cristo impacta nossa vida cristã?
    • Possível resposta: Ela nos dá segurança de que Jesus está no controle de todas as coisas, intercede por nós e nos garante acesso à presença de Deus.
  3. Por que a exaltação de Cristo está ligada à Sua obediência?
    • Possível resposta: Porque Ele se humilhou até à morte de cruz, e Deus O exaltou como reconhecimento de Sua obra redentora.

Definição de Termos:

  • Destra do Pai: Lugar de honra e autoridade suprema, onde Cristo está entronizado.
  • Hyperypsõsen: Palavra grega que significa “exaltou acima de toda medida”.
  • Intercessão: A obra contínua de Cristo, que intercede por nós diante do Pai.

Metodologia Sugerida:

  • Dinâmica: Peça aos alunos que reflitam sobre o significado de Cristo estar à destra do Pai e como isso traz segurança para suas vidas. Finalize com uma oração de adoração, reconhecendo Jesus como Senhor exaltado.

Resumo Geral:

Após Sua humilhação, Cristo foi exaltado soberanamente à destra do Pai, ocupando a posição de maior autoridade no Universo. Ele intercede por nós e reina como Rei dos reis, garantindo nosso acesso à presença de Deus e nos chamando a viver em submissão à Sua soberania.

  1. Um Nome Acima de Todo Nome

Texto da Lição:

Cristo recebeu de Deus Pai “um nome que é sobre todo o nome” (Fp 2.9b). Na Bíblia, o nome carrega o sentido de caráter e autoridade. Assim, dizer que Cristo recebeu um nome sobre-excelente significa que nenhuma autoridade, visível ou invisível, se compara ao Seu poder e posição (Ef 1.21a).

Cristo foi exaltado acima de toda eminência, seja do bem ou do mal, e de todo título que possa ser conferido nesta era ou na vindoura (Ef 1.21b). Não existe poder maior ou igual ao de Cristo (1 Pe 3.22). O nome de Jesus não é apenas um símbolo de fé, mas uma fonte real de autoridade espiritual.

O Senhor delegou à Igreja o uso de Seu nome para curar, libertar, pregar e vencer as forças do mal (Mc 16.17-18).

Explicação Pentecostal:

O nome de Jesus é o nome mais poderoso do Universo. Ele não é apenas um título, mas carrega a autoridade e o caráter do próprio Deus. Para os pentecostais, o nome de Jesus é uma arma espiritual poderosa, usada para curar os enfermos, expulsar demônios e proclamar o evangelho.

A exaltação de Cristo acima de todo nome significa que Ele é soberano sobre todas as coisas, tanto no céu quanto na terra. Nenhuma força do mal pode resistir ao poder de Seu nome. Isso nos dá confiança para enfrentar as batalhas espirituais, sabendo que temos autoridade em Cristo para vencer.

Além disso, o nome de Jesus é o único pelo qual podemos ser salvos (At 4.12). Ele é o centro da nossa fé e o fundamento da nossa pregação. Como Igreja, somos chamados a proclamar Seu nome com ousadia, anunciando que Ele é o Senhor e Salvador de todos.

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Aplicação Prática:

  • Use o nome de Jesus com fé e autoridade, confiando no poder que Ele delegou à Igreja.
  • Proclame o nome de Jesus como o único meio de salvação, compartilhando o evangelho com ousadia.
  • Viva de forma que honre o nome de Jesus, refletindo Seu caráter em suas ações e palavras.

Versículos Sugeridos:

  • Filipenses 2.9: Cristo recebeu um nome acima de todo nome.
  • Efésios 1.21: Jesus foi exaltado acima de toda autoridade e poder.
  • 1 Pedro 3.22: Cristo está à direita de Deus, com anjos, autoridades e poderes sujeitos a Ele.
  • Atos 4.12: Não há outro nome pelo qual devamos ser salvos.
  • Marcos 16.17-18: No nome de Jesus, sinais e maravilhas acompanham os que creem.

Perguntas para Discussão:

  1. O que significa dizer que o nome de Jesus está acima de todo nome?
    • Possível resposta: Significa que Ele possui autoridade suprema sobre todas as coisas, visíveis e invisíveis, e que Seu nome é fonte de poder e salvação.
  2. Como podemos usar o nome de Jesus em nossa vida cristã?
    • Possível resposta: Podemos usá-lo em oração, para curar, libertar, pregar o evangelho e vencer as forças do mal.
  3. Por que o nome de Jesus é central para a nossa fé?
    • Possível resposta: Porque é o único nome pelo qual podemos ser salvos e porque Ele carrega a autoridade e o caráter de Deus.

Definição de Termos:

  • Nome: Na Bíblia, representa o caráter e a autoridade de uma pessoa.
  • Autoridade Espiritual: O poder delegado por Cristo à Igreja para realizar Sua obra na terra.
  • Exaltação: A elevação de Cristo à posição suprema no céu e na terra.

Metodologia Sugerida:

  • Dinâmica: Peça aos alunos que compartilhem experiências em que usaram o nome de Jesus em oração ou em situações difíceis. Finalize com uma oração declarando o poder e a autoridade do nome de Jesus.

Resumo Geral:

Cristo recebeu um nome acima de todo nome, indicando Sua autoridade suprema sobre todas as coisas. O nome de Jesus é uma fonte real de poder e salvação, e Ele delegou à Igreja o uso de Seu nome para curar, libertar e proclamar o evangelho. Como crentes, somos chamados a viver em submissão à Sua autoridade e a proclamar Seu nome ao mundo.

  1. Soberania Universal e Retorno Triunfal

Texto da Lição:

A Escritura afirma que todas as criaturas se curvarão diante do nome de Jesus: “Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra” (Fp 2.10). Essa verdade revela a soberania universal de Cristo (At 2.36). A confissão de que “Jesus Cristo é o Senhor” (Fp 2.11) será feita de duas maneiras:

  1. Voluntária — Por aqueles que creem e servem a Jesus como Salvador, confessando-O com fé (Rm 10.9-10).
  2. Compulsória — Por aqueles que rejeitaram a Cristo, mas que O reconhecerão no dia do juízo (Rm 14.11; Fp 2.11).

Hebreus complementa essa visão escatológica, afirmando que Cristo voltará para buscar os que O esperam (Hb 9.28). Essa vinda será em glória, poder e juízo (Mt 24.30). Sua glória será reconhecida por todos, seja para salvação ou para condenação. Ele voltará triunfante para buscar Sua Igreja e reinar eternamente (Jo 14.2-3; Ap 11.15).

Explicação Pentecostal:

A soberania universal de Cristo é um dos pilares da fé cristã. Ele é o Senhor de toda a criação, e Sua autoridade será reconhecida por todos, tanto pelos que O servem quanto pelos que O rejeitaram. Para os pentecostais, essa verdade é motivo de esperança e celebração, pois aponta para o retorno triunfal de Cristo e a consumação de Seu reino.

A confissão universal de que “Jesus Cristo é o Senhor” (Fp 2.11) é inevitável. Aqueles que O confessam voluntariamente nesta vida, reconhecendo-O como Salvador, receberão a salvação e reinarão com Ele. Porém, aqueles que O rejeitam serão forçados a reconhecê-Lo no dia do juízo, mas para condenação. Isso reforça a urgência de proclamar o evangelho, para que mais pessoas possam confessar a Cristo enquanto há tempo.

O retorno de Cristo será glorioso e triunfante. Ele virá com poder para buscar Sua Igreja, julgar as nações e estabelecer Seu reino eterno. Para os crentes, essa é uma promessa de esperança e consolo, pois sabemos que estaremos com Ele para sempre (Jo 14.2-3). Para os que rejeitam a Cristo, será um dia de juízo e condenação.

Essa soberania universal também nos desafia a viver em submissão à autoridade de Cristo, proclamando Seu nome e aguardando com expectativa Sua volta. Como Igreja, somos chamados a ser fiéis, vivendo em santidade e cumprindo a missão de anunciar o evangelho até que Ele venha.

Aplicação Prática:

  • Viva em submissão à soberania de Cristo, reconhecendo-O como Senhor em todas as áreas da sua vida.
  • Proclame o evangelho com urgência, para que mais pessoas confessem a Cristo como Salvador antes de Sua volta.
  • Aguarde com esperança e vigilância o retorno triunfal de Jesus, vivendo em santidade e fidelidade.

Versículos Sugeridos:

  • Filipenses 2.10-11: Todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor.
  • Atos 2.36: Deus fez de Jesus tanto Senhor quanto Cristo.
  • Romanos 10.9-10: A confissão de Jesus como Senhor leva à salvação.
  • Hebreus 9.28: Cristo voltará para buscar os que O esperam.
  • Mateus 24.30: A volta de Cristo será em glória e poder.
  • Apocalipse 11.15: O reino do mundo se tornará o reino de Cristo, que reinará para sempre.

Perguntas para Discussão:

  1. O que significa a soberania universal de Cristo?
    • Possível resposta: Significa que Jesus tem autoridade suprema sobre toda a criação e que todos, voluntária ou compulsoriamente, reconhecerão Sua autoridade.
  2. Como a confissão de que “Jesus Cristo é o Senhor” se dará de forma voluntária e compulsória?
    • Possível resposta: Voluntária, pelos que creem e servem a Cristo nesta vida; compulsória, pelos que O rejeitaram, mas O reconhecerão no dia do juízo.
  3. De que forma o retorno triunfal de Cristo impacta nossa vida cristã?
    • Possível resposta: Ele nos dá esperança e nos desafia a viver em santidade, fidelidade e urgência na proclamação do evangelho.

Definição de Termos:

  • Soberania Universal: A autoridade suprema de Cristo sobre toda a criação, reconhecida por todos os seres, visíveis e invisíveis.
  • Confissão Universal: O reconhecimento de que Jesus Cristo é o Senhor, feito por todos, seja para salvação ou condenação.
  • Retorno Triunfal: A segunda vinda de Cristo, quando Ele voltará em glória e poder para buscar Sua Igreja e julgar o mundo.

Metodologia Sugerida:

  • Dinâmica: Divida os alunos em dois grupos. Peça a um grupo que reflita sobre como vivem em submissão à soberania de Cristo e ao outro que pense em como podem proclamar o evangelho com mais urgência. Depois, compartilhem as reflexões e finalize com uma oração de consagração.

Resumo Geral:

A soberania universal de Cristo será reconhecida por todas as criaturas, seja de forma voluntária ou compulsória. Ele voltará triunfante para buscar Sua Igreja, julgar o mundo e estabelecer Seu reino eterno. Essa verdade nos desafia a viver em submissão à Sua autoridade, proclamar o evangelho com urgência e aguardar com esperança o retorno glorioso do Senhor.

Conclusão

Texto da Lição:

A obra do Filho é completa e gloriosa, abrangendo Sua humilhação, sacrifício vicário e exaltação. Ele desceu para nos salvar, entregou-Se em sacrifício para nos redimir e foi exaltado para reinar eternamente.

Resumo:

Nesta lição, vimos que:

  1. Jesus se humilhou voluntariamente, assumindo a forma de servo e obedecendo até à morte na cruz.
  2. Sua obra redentora é perfeita e suficiente, garantindo nossa salvação por meio de Seu sacrifício único e vicário.
  3. Ele foi exaltado soberanamente, recebendo um nome acima de todo nome e reinando com autoridade universal.

Esses ensinamentos nos mostram que Cristo é digno de toda adoração, obediência e submissão.

Explicação Pentecostal:

Para os pentecostais, a obra do Filho é o fundamento da nossa fé e experiência com Deus. A humilhação de Cristo nos ensina a viver em humildade e obediência. Seu sacrifício vicário nos lembra que a salvação é pela graça e não por méritos próprios. Sua exaltação gloriosa nos dá esperança e segurança, pois Ele reina soberanamente e voltará triunfante para buscar Sua Igreja.

Essa lição nos desafia a crescer espiritualmente, vivendo em comunhão com Deus, proclamando o evangelho e aguardando com expectativa o retorno de Cristo.

Aplicação Prática:

  • Adoração: Reconheça a grandeza da obra de Cristo e adore-O com gratidão e reverência.
  • Humildade: Siga o exemplo de Cristo, vivendo em submissão à vontade de Deus e servindo ao próximo.
  • Missão: Proclame o evangelho com ousadia, anunciando que Jesus é o Salvador e Senhor de todos.
  • Esperança: Viva em vigilância e santidade, aguardando com alegria o retorno triunfal de Cristo.

Versículos Sugeridos:

  • Filipenses 2.5-11: A humilhação, obediência e exaltação de Cristo.
  • Hebreus 9.28: Cristo voltará para buscar os que O esperam.
  • Romanos 8.34: Jesus intercede por nós à destra de Deus.
  • Atos 4.12: Não há outro nome pelo qual devamos ser salvos.
  • Apocalipse 19.16: Jesus é o Rei dos reis e Senhor dos senhores.

Sugestão de Hino:

Hino da Harpa Cristã nº 291 – “Mais Perto Quero Estar”
Razão da escolha: Este hino reflete o desejo de viver em comunhão com Cristo, reconhecendo Sua obra e aguardando Sua volta.

Metodologia:

  • Dinâmica: Peça aos alunos que escrevam em um papel uma área de suas vidas onde precisam se submeter mais à soberania de Cristo. Depois, ore com a turma, entregando essas áreas a Deus e pedindo força para viver em obediência e santidade.
  • Meditação: Leia Filipenses 2.5-11 em voz alta e peça aos alunos que reflitam sobre como podem imitar a mente de Cristo em suas vidas diárias.
  • Oração Final: Conduza uma oração de gratidão pela obra completa de Cristo e peça que o Espírito Santo nos ajude a viver em comunhão com essa verdade.

TEXTO EXTRA

A obra de Jesus Cristo é o coração do plano de Deus para salvar a humanidade. Quando falamos da obra de Jesus, estamos falando de tudo o que Ele fez para nos reconciliar com Deus. Isso inclui Sua vida perfeita, Sua morte na cruz e Sua ressurreição.

Jesus viveu uma vida sem pecado, algo que nenhum ser humano jamais conseguiu fazer. Ele obedeceu perfeitamente a Deus em tudo. Isso foi essencial porque, para nos salvar, Ele precisava ser um sacrifício perfeito. Quando Ele morreu na cruz, Ele tomou sobre Si os nossos pecados e sofreu a punição que nós merecíamos. Foi um ato de amor incomparável.

Mas a obra de Jesus não terminou na cruz. Ele ressuscitou ao terceiro dia, vencendo a morte e o pecado. Isso significa que, por meio dEle, podemos ter uma nova vida. Sua ressurreição é a garantia de que também seremos ressuscitados um dia e viveremos eternamente com Deus.

A obra de Jesus nos ensina que a salvação não é algo que podemos conquistar por nós mesmos. É um presente de Deus, dado por meio de Jesus. Tudo o que precisamos fazer é crer nEle e aceitar o que Ele fez por nós.

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